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Artigos sobre Psicologia e Sexualidade Humana. Mostrando um pouco do meu trabalho e avaliando o bem estar sócio-psico-sexual do ser.
"O amor, o conhecimento e o trabalho, são fontes de nossas vidas. Deveriam também governá-los". - Wilhelm Reich
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sábado, 5 de janeiro de 2019
Atendimento Online
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segunda-feira, 23 de abril de 2018
PSICOLOGIA & SEXOLOGIA POPULAR
Agora com novo endereço.
Liguem e maque sua consulta, lembrando de falar sobre o anuncio publicado.
Obrigada, Lilian Aldeia
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Obrigada, Lilian Aldeia
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quarta-feira, 1 de março de 2017
ATENÇÃO CARNAVALESCOS
Atenção Senhoras e Senhoras,
A partir de amanhã às 7h, estarão abertos os Laboratórios de Análises Clinicas de todo o país para os seguintes exames:
Bacterioscopia da secreção uretral, PMN, Elisa, PRC, Biópsia de lesão, Técnica de Gram, Hibridização in situ, Exame sorológico, VDRL, RPR, FTA-abs, MHA-Tp, Teste Western Blot (Resumindo: DST - HIV/AIDS).
Beta HCG (TESTE DE GRAVIDEZ)
Caso não consiga, devido as enormes filas que assolaram até as 12h (horário que acaba a coleta para exames específicos), favor correr para o hospital mais próximo de sua residência, caso não queria ter uma surpresa desagradável num período de 15 dias a 9 meses.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
DISFUNÇÕES OU TRANSTORNOS SEXUAIS
Disfunções ou transtornos sexuais são problemas que ocorrem em alguma das fases da resposta sexual humana.
Disfunções Sexuais Femininas
Na mulher, as disfunções sexuais mais comuns são: as inibições do desejo sexual, a anorgasmia, o vaginismo e a dispareunia.
As inibições do desejo sexual ou transtorno do desejo sexual hipoativo, constituem a falta ou diminuição da motivação para a busca de sexo, ou seja, a pessoa não tem vontade de manter relações sexuais.
Isso ocorre mais comumente devido a:
| problemas no casamento (brigas, desentendimentos quanto ao que cada um espera do relacionamento) | |
| falta de intimidade | |
| dificuldades de comunicação entre o casal, ou ainda, devido a tabus sobre a própria sexualidade, como, por exemplo, associações de sexo com pecado, com desobediência ou com punições | |
| Inibições decorrentes de traumas sexuais (abuso sexual, estupro) | |
| doenças, a problemas hormonais e ao uso de certas drogas e remédios. |
O diagnóstico pode ser feito por médico clínico, ginecologista, psiquiatra ou psicólogo, através das queixas apresentadas pela paciente; dependendo das queixas, pode ser necessária a realização de exames, para se descobrir a origem da falta de desejo.
O tratamento se faz de acordo com a causa. Quando houver problemas clínicos (doenças), a paciente deve ser encaminhada para um especialista, quando necessário (por exemplo, um endocrinologista quando houver problemas hormonais), sendo que cada tipo de diagnóstico vai requerer um tipo específico de tratamento. Entretanto, a maioria dos casos deve-se a problemas psicológicos ou problemas no relacionamento do casal, e esses deverão ser tratados por psicólogo ou psiquiatra, tentando descobrir as causas, compreendê-las e resolvê-las.
A anorgasmia ou disfunção orgásmica é a falta de sensação de orgasmo na relação sexual. Pode ser primária, quando a mulher nunca teve orgasmo na vida, ou secundária, quando tinha orgasmos e passou a não tê-los mais. Ainda pode ser classificada em absoluta, quando a anorgasmia ocorre sempre, e situacional quando ocorre só em certas situações (por exemplo, em certos locais em que a pessoa não se sente confortável, ou com parceiro com o qual tenha algum tipo de conflito). A mulher com anorgasmia pode aproveitar plenamente das outras fases do ato sexual, isto é, tem desejo, aproveita as carícias e se excita, porém algo a bloqueia no momento do orgasmo.
As causas da anorgasmia são principalmente psicológicas, envolvendo problemas nos relacionamentos interpessoais, conflitos a respeito da sexualidade, falta de conhecimento do próprio corpo e sensações, dificuldade na intimidade e comunicação do casal em assuntos sobre sexo. Problemas clínicos também podem causar anorgasmia, por exemplo, acidentes que atingem a medula espinhal, alterações hormonais, corrimentos vaginais freqüentes ou ainda anormalidades na forma da vagina, do útero ou dos músculos que formam a região pélvica (região onde se situam os órgãos genitais).
O vaginismo é uma contração inconsciente, não desejada, da musculatura da vagina, que ocorre quando a pessoa imagina que possa vir a ter um ato sexual. Essa contração atrapalha ou impede a introdução do pênis, a qual, se for tentada causará muita dor, sendo que na maioria das vezes o casal não consegue ter ato sexual com penetração.
Pode ser conseqüência de uma educação rígida que provocou muitos tabus sexuais gerando conflitos psicológicos, conseqüência de traumas sexuais (estupro ou abuso sexual) ou de experiências sexuais anteriores que tenham causado sofrimento físico.
O diagnóstico é feito em geral pelo ginecologista, através do relato da paciente e também pelo exame ginecológico. O tratamento consiste em identificar e tentar modificar a causa do vaginismo.
Esse tipo de tratamento é feito por ginecologistas ou terapeutas sexuais, e consiste na realização de exercícios genitais com a intenção de conseguir o relaxamento da pessoa, tentando evitar que ocorra a contração no momento do ato sexual e no entendimento das causas psicológicas associadas.
Esse tipo de tratamento é feito por ginecologistas ou terapeutas sexuais, e consiste:
| No entendimento das causas psicológicas | |
| Na realização de exercícios genitais com a intenção de conseguir o relaxamento da pessoa, tentando evitar que ocorra a contração no momento do ato sexual. |
A dispareunia é a dor genital que ocorre repetidamente antes, durante ou após o ato sexual.
As causas mais comuns são doenças ginecológicas (tipo corrimento vaginal ou alterações no formato da vagina) ou contração da musculatura vaginal durante o ato sexual, devido a conflitos psicológicos relativos à sexualidade.
O diagnóstico em geral é feito pelo ginecologista, também se faz pela análise das queixas da paciente e do exame ginecológico e o tratamento será de acordo com a causa, isto é, tratamento para a doença diagnosticada, feito em geral pelo próprio ginecologista ou tratamento com psicólogos ou psiquiatras, quando o problema for decorrente de conflitos psicológicos.
Disfunções Sexuais Masculinas
As disfunções sexuais masculinas mais comuns são: a disfunção erétil (impotência) e a ejaculação precoce.
A disfunção erétil conhecida como impotência, consiste na incapacidade em obter ou manter uma ereção que permita manter uma relação sexual, ou seja, o homem não consegue que seu pênis fique e permaneça duro e assim consiga ter relação sexual com penetração.
As causas mais comuns são:
| Doenças como diabetes, pressão alta, colesterol alto | |
| Traumas ou acidentes envolvendo a medula espinhal ou o próprio pênis | |
| O fumo, uso de drogas e alguns medicamentos (principalmente aqueles usados para tratamento de problemas do coração) | |
| Abuso de álcool | |
| Causas psicológicas (medos ou tabus em relação à sexualidade) |
O paciente poderá ser encaminhado ao urologista (especialista que trata esses casos), onde certos exames podem ser feitos para descobrir a causa da impotência.
O tratamento dependerá da causa. Para alguns casos de impotência existem medicamentos ou injeções intrapenianas, que deverão ser usados apenas com prescrição médica, pois são indicados para casos específicos. Próteses penianas ficariam como última opção, pois uma vez colocadas não há como retirá-las, e são indicadas apenas quando nenhuma outra opção funcionou.
É importante lembrar que muitas vezes fatores psicológicos podem causar disfunção erétil. Conversar sobre esses conflitos internos com psicólogo ou psiquiatra podem resolver o problema sem ser necessário outros tipos de tratamento.
A ejaculação precoce acontece quando o homem não tem controle sobre sua ejaculação, não conseguindo segurá-la até o final do ato sexual, o que leva a uma redução na sensação de prazer. Assim, a ejaculação pode ocorrer logo que o homem tem pensamentos eróticos e ereção, sem nem ocorrer a penetração, ou ainda logo após haver a penetração. A ejaculação precoce pode ser decorrente de causas físicas (doenças, traumatismos) ou mais comumente de problemas psicológicos. Quando o homem nunca teve controle ejaculatório, o mais comum é que seja por causas psicológicas (como ansiedade, primeiras experiências sexuais tensas ou ainda dificuldades no relacionamento do casal). Mas quando o homem tinha controle ejaculatório e passou a não ter mais, é necessário fazer exames com um urologista e neurologista, pois mais provavelmente a causa do problema é física. O tratamento depende da causa: tratamentos específicos para as doenças encontradas ou lesões diagnosticadas, feitos pelo urologista ou neurologista; ou psicoterapia (tratamento psicológico) para os problemas psicológicos, com psicólogo especializado em Sexologia..
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Assexuados
Classifico como uma patologia. Concordo com o psicólogo citado, mas tb acrescento uma ortodoxia familiar e religiosa com relação não sentir prazer ou desejar o outro. Existem muito casos tb onde há uma falha no sistema hormonal específico (são 7 hormônios sexuais que classificam disfunções ou doenças em casos físicos).
Sou a favor de um tratamento com um psicólogo/sexólogo, endocrinologista e tb ginecologista/urologista.
Em alguns casos é psicológico em outros, fisiológico e há tb os mistos, é interessante ser avaliado do porquê a pessoa tem essa classificação como escolha de vida.
Já tratei gente assim e o caso foi puramente situação de ortodoxia. Depois de um tratamento psicológico, visitas aos médicos específicos, a pessoa começou a sentir interesse, coisa q ela não entendia pq tinha essa falta de interesse, se era algo que ela tinha muita curiosidade.
Desculpe, isso não é frescura de uns, mas casos importantes a serem analisados.
http://delas.ig.com.br/amoresexo/2015-10-28/prefiro-pizza-a-sexo.html
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Entrevista da Revista O Flu - Dia do Sexo
Olá, boa noite a todos!
Lembrei que fiz uma nova entrevista para a Revista O Flu, de Niterói - Rj e esqueci de postar aqui.
Então, eis aqui ela!
Espero que gostem!
Bjs
http://www.ofluminense.com.br/pt-br/revista/dia-do-sexo
Lembrei que fiz uma nova entrevista para a Revista O Flu, de Niterói - Rj e esqueci de postar aqui.
Então, eis aqui ela!
Espero que gostem!
Bjs
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terça-feira, 25 de agosto de 2015
Deixa Isso de Lado e Viva O Que Vc Leva para a Cama!!!
O que as pessoas precisam deixar realmente de lado são:
O tamanho do pênis não é encarregado do prazer (tamanho não é documento). Os homens se queixam de seus membros e as mulheres ocasionalmente também, mas isso por intermédio da queixa masculina, pq na maiorias dos casos a mulher não liga para esse tipo de coisa.
A primeira vez dói. Bem, só dói mesmo se a menina estiver super tensa, nervosa pois, a musculatura interna da vagina se contrai, logo, óbvio que vai doer. Fora as preliminares, que os rapazes fazem são mais ligados ao fato do pênis estar ereto, alguns são pacientes e atenciosos e trabalham a região para ter uma lubrificação adequada.
O desempenho sexual de ambos. A primeira vez de um casal sempre é complicado, (sendo um virgem ou não). É a primeira vez, ponto. Ninguém fica 100%, sempre rola medo, indecisão, dor, incômodo, posições inadequadas para um ou outro e etc.
O pior habito é pensar que o outro não vai gostar e sair fora da relação. Acho que isso só pode acontecer quando há outras vezes ou alguma incompatibilidade de gêneros e gênios (rs). O homem tb fica nervoso, pois não é só o desempenho que está em jogo, é a idéia de proporcionar prazer, se mostrar aquilo que a mulher deseja (atenção, paciência, carinho). A mulher idém, além da idéia de dor. Então, o ideal e deixar se permitir, aproveitar o momento. Esqueça a idéia do melhor ou pior que isso não tem mais, permita-se a viver bem a relação.
Medo de brochar, medo de não conseguir dar prazer, são coisas naturais, acontece com a maioria e não é para se envergonhar. Se não conseguiu, tente novamente, melhore a preliminar, mas isso tb tem que partir de ambos. Não é só um se esforçar e o outro ficar olhando. A relação é a dois, então, a dois se faz algo melhor.
As fantasias sexuais são um problema, pois o homem é o que mais trabalha isso. A mulher, por anos a fio foi proibida e com isso vem a idéia de ser comparada a uma devasa. Todos tem o direito de criar algo legal para a relação. Sabe para que serve as fantasias? Para a rotina não vencer. Por isso que sou sempre a favor de muita conversar e muita troca de idéias na relação para que não haja problemas, dúvidas e medos.
Mulher larga ou apertada. Isso é uma questão que ambos se queixam, mais até os homens. Mas isso depende do corpo da mulher e também do grau de excitação. Existem casos em que a mulher está super excitada e a musculatura do canal dilata e existem outras que aperta. Os homens acham que a mulher larga teve muitos parceiros, por isso é assim e não. Desculpe, mas isso é machismo do passado, no tempo dos nossos bisavôs.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Psicologia a Preço Popular
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Libido e Desempenho Sexual.
Vi isso hoje no site do IG junto com o Jornal O Dia.
Mas tenho minhas ressalvas sobre o assunto.
Não vou dizer que é bom ou ruim pois, não conheço ninguém ainda que experimentou.
Não gosto de usar medicamentos a não ser que o caso seja misto (psicológico e fisiológico) e eu tenho de indicar um endocrinologista ou urologista. Isso após um exame de sangue com os principais hormônios sexuais existentes, vendo que a libido está em baixa.
Sou a favor de métodos naturais, onde o paciente fazendo direitinho como o sexólogo indica e tendo força de vontade, a chance de haver uma melhora gratificante é bem grande em pouco tempo.
Procure um sexólogo em casos de falta de libido, impotência, ejaculação precoce, dispareunia, vaginismo, ejaculação retardada e anorgasmia.
Não tenha vergonha, pense no seu bem estar e no do seu paceiro (a).
http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-08-14/metodo-natural-aumenta-a-libido-e-o-desempenho-sexual.html
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
DINFUNÇÕES SEXUAIS
Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:
1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.
2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.
3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.
4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras "persistente ou recorrente" nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.
1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.
2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.
3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.
4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras "persistente ou recorrente" nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.
Subtipos
Os subtipos são oferecidos para indicar o início, contexto e fatores etiológicos associados com as Disfunções Sexuais. Se múltiplas Disfunções Sexuais estão presentes, os subtipos apropriados para cada uma podem ser anotados. Estes subtipos não se aplicam a um diagnóstico de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral ou Disfunção Sexual Induzida por Substância. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar a natureza do início da Disfunção Sexual:
Tipo Ao Longo da Vida. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está presente desde o início do funcionamento sexual.
Tipo Adquirido. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual se desenvolve apenas após um período de funcionamento normal. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar o contexto no qual a Disfunção Sexual ocorre:
Tipo Generalizado. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual não está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros.
Tipo Situacional. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros. Embora na maior parte dos casos as disfunções ocorram durante a atividade sexual com um parceiro, em alguns casos pode ser apropriado identificar disfunções que ocorrem durante a masturbação. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar os fatores etiológicos associados com a Disfunção Sexual: Devido a Fatores Psicológicos. Este subtipo aplica-se quando fatores psicológicos supostamente desempenham um papel importante no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual, e condições médicas gerais e substâncias não exercem qualquer papel na etiologia da Disfunção Sexual.
Devido a Fatores Combinados. Este subtipo aplica-se quando 1) fatores psicológicos supostamente desempenham um papel no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual e 2) uma condição médica geral ou uso de substância também contribui, supostamente, mas não basta para explicar a Disfunção Sexual. Se uma condição médica geral ou uso de substância (inclusive efeitos colaterais de medicamentos) é suficiente para explicar a Disfunção Sexual, pode-se diagnosticar Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e/ou Disfunção Sexual Induzida por Substância.
Os subtipos são oferecidos para indicar o início, contexto e fatores etiológicos associados com as Disfunções Sexuais. Se múltiplas Disfunções Sexuais estão presentes, os subtipos apropriados para cada uma podem ser anotados. Estes subtipos não se aplicam a um diagnóstico de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral ou Disfunção Sexual Induzida por Substância. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar a natureza do início da Disfunção Sexual:
Tipo Ao Longo da Vida. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está presente desde o início do funcionamento sexual.
Tipo Adquirido. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual se desenvolve apenas após um período de funcionamento normal. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar o contexto no qual a Disfunção Sexual ocorre:
Tipo Generalizado. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual não está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros.
Tipo Situacional. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros. Embora na maior parte dos casos as disfunções ocorram durante a atividade sexual com um parceiro, em alguns casos pode ser apropriado identificar disfunções que ocorrem durante a masturbação. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar os fatores etiológicos associados com a Disfunção Sexual: Devido a Fatores Psicológicos. Este subtipo aplica-se quando fatores psicológicos supostamente desempenham um papel importante no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual, e condições médicas gerais e substâncias não exercem qualquer papel na etiologia da Disfunção Sexual.
Devido a Fatores Combinados. Este subtipo aplica-se quando 1) fatores psicológicos supostamente desempenham um papel no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual e 2) uma condição médica geral ou uso de substância também contribui, supostamente, mas não basta para explicar a Disfunção Sexual. Se uma condição médica geral ou uso de substância (inclusive efeitos colaterais de medicamentos) é suficiente para explicar a Disfunção Sexual, pode-se diagnosticar Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e/ou Disfunção Sexual Induzida por Substância.
Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero
O discernimento clínico acerca da presença de uma Disfunção Sexual deve levar em consideração a bagagem étnica, cultural, religiosa e social do indivíduo, que pode influenciar o desejo sexual, as expectativas e atitudes quanto ao desempenho. Em algumas sociedades, por exemplo, o desejo sexual por parte da mulher recebe menor relevância (especialmente quando a fertilidade é a preocupação principal). O envelhecimento do indivíduo pode estar associado com uma diminuição do interesse e funcionamento sexual (especialmente em homens), mas existem amplas diferenças individuais nos efeitos da idade.
O discernimento clínico acerca da presença de uma Disfunção Sexual deve levar em consideração a bagagem étnica, cultural, religiosa e social do indivíduo, que pode influenciar o desejo sexual, as expectativas e atitudes quanto ao desempenho. Em algumas sociedades, por exemplo, o desejo sexual por parte da mulher recebe menor relevância (especialmente quando a fertilidade é a preocupação principal). O envelhecimento do indivíduo pode estar associado com uma diminuição do interesse e funcionamento sexual (especialmente em homens), mas existem amplas diferenças individuais nos efeitos da idade.
Prevalência
Existem muito poucos dados epidemiológicos envolvendo a prevalência das várias disfunções sexuais, e esses mostram uma variabilidade extrema, provavelmente refletindo diferenças nos métodos de avaliação, definições usadas e características das populações amostradas.
Existem muito poucos dados epidemiológicos envolvendo a prevalência das várias disfunções sexuais, e esses mostram uma variabilidade extrema, provavelmente refletindo diferenças nos métodos de avaliação, definições usadas e características das populações amostradas.
Diagnóstico Diferencial
Se o clínico considera que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma determinada condição médica geral, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral. Esta determinação fundamenta-se na história, achados laboratoriais ou exame físico. Quando se supõe que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Induzida por Substância. Cabe ao clínico investigar atentamente a natureza e extensão do uso de substâncias, inclusive medicamentos. Os sintomas que ocorrem durante ou logo após (isto é, em 4 semanas) a Intoxicação com Substância ou após o uso de medicamentos podem ser especialmente indicativos de uma Disfunção Sexual Induzida por Substância, dependendo do tipo ou quantidade da substância usada ou duração do uso. Se o clínico determinar que a disfunção sexual se deve tanto a uma condição médica geral quanto ao uso de uma substância, podem ser dados ambos os diagnósticos (isto é, Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e Disfunção Sexual Induzida por Substância). Um diagnóstico de Disfunção Sexual primária com o subtipo Devido a Fatores Combinados é feito quando se presume o papel etiológico de uma combinação de fatores psicológicos e uma condição médica geral ou substância, mas nenhuma etiologia isolada é suficiente para explicar a disfunção. Se o clínico não consegue determinar os papéis etiológicos dos fatores psicológicos, de uma condição médica geral e do uso de uma substância, diagnostica-se Disfunção Sexual Sem Outra Especificação. O diagnóstico de Disfunção Sexual também não é feito se a disfunção é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., se a redução do desejo sexual ocorre apenas no contexto de um Episódio Depressivo Maior). Entretanto, se a perturbação no funcionamento sexual antecede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente, pode ser feito um diagnóstico adicional de Disfunção Sexual. Em geral, se uma Disfunção Sexual está presente (por ex., Transtorno da Excitação Sexual), Disfunções Sexuais adicionais também estarão presentes (por ex., Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo). Nesses casos, todos os transtornos devem ser diagnosticados. Um Transtorno da Personalidade pode coexistir com uma Disfunção Sexual. Nestes casos, a Disfunção Sexual deve ser registrada no Eixo I, e o Transtorno da Personalidade, no Eixo II. Se uma outra condição clínica, como Problema de Relacionamento, está associada com a perturbação no funcionamento sexual, a Disfunção Sexual deve ser diagnosticada, e a outra condição clínica também é anotada no Eixo I. Problemas ocasionais com o desejo sexual, excitação ou orgasmo que não são persistentes ou recorrentes ou não são acompanhados por acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não são considerados como Disfunções Sexuais.
Se o clínico considera que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma determinada condição médica geral, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral. Esta determinação fundamenta-se na história, achados laboratoriais ou exame físico. Quando se supõe que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Induzida por Substância. Cabe ao clínico investigar atentamente a natureza e extensão do uso de substâncias, inclusive medicamentos. Os sintomas que ocorrem durante ou logo após (isto é, em 4 semanas) a Intoxicação com Substância ou após o uso de medicamentos podem ser especialmente indicativos de uma Disfunção Sexual Induzida por Substância, dependendo do tipo ou quantidade da substância usada ou duração do uso. Se o clínico determinar que a disfunção sexual se deve tanto a uma condição médica geral quanto ao uso de uma substância, podem ser dados ambos os diagnósticos (isto é, Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e Disfunção Sexual Induzida por Substância). Um diagnóstico de Disfunção Sexual primária com o subtipo Devido a Fatores Combinados é feito quando se presume o papel etiológico de uma combinação de fatores psicológicos e uma condição médica geral ou substância, mas nenhuma etiologia isolada é suficiente para explicar a disfunção. Se o clínico não consegue determinar os papéis etiológicos dos fatores psicológicos, de uma condição médica geral e do uso de uma substância, diagnostica-se Disfunção Sexual Sem Outra Especificação. O diagnóstico de Disfunção Sexual também não é feito se a disfunção é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., se a redução do desejo sexual ocorre apenas no contexto de um Episódio Depressivo Maior). Entretanto, se a perturbação no funcionamento sexual antecede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente, pode ser feito um diagnóstico adicional de Disfunção Sexual. Em geral, se uma Disfunção Sexual está presente (por ex., Transtorno da Excitação Sexual), Disfunções Sexuais adicionais também estarão presentes (por ex., Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo). Nesses casos, todos os transtornos devem ser diagnosticados. Um Transtorno da Personalidade pode coexistir com uma Disfunção Sexual. Nestes casos, a Disfunção Sexual deve ser registrada no Eixo I, e o Transtorno da Personalidade, no Eixo II. Se uma outra condição clínica, como Problema de Relacionamento, está associada com a perturbação no funcionamento sexual, a Disfunção Sexual deve ser diagnosticada, e a outra condição clínica também é anotada no Eixo I. Problemas ocasionais com o desejo sexual, excitação ou orgasmo que não são persistentes ou recorrentes ou não são acompanhados por acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não são considerados como Disfunções Sexuais.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
UMA SEXÓLOGA NO SEU CHÁ!!!!
Já pensou em um Chá de Lingerie ou de Cozinha diferente?
Tirar um pouco das brincadeiras taxadas, como a da caneta e deixar algo marcante, interessante, divertido, mas também com dicas pra lá de boas. Um chá com mais informação daquilo que vc já ouviu falar ou aquela dúvida que vc sempre procurou resposta, mas nunca encontrou ou teve coragem de perguntar?
Agora vc pode tirar aquela dúvida, incrementar sua vida amorosa e as suas amigas também.
Uma sexóloga no seu chá! Já pensou??
Uma profissional que vai dar dicas sobre sexo, tirar dúvidas, explicar como vc pode ter uma vida sexual sadia, sem deixar cair da rotina!
Então, chame uma sexóloga para seu Chá de Lingerie ou de Cozinha! Será o melhor momento que vc e suas amigas irão adorar!!!
Lilian Aldeia - Psicóloga, Sexóloga e Educadora
(21)98867-6669
lilian.psys@gmail.com
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
APATIA SEXUAL ENTRE CASAIS
Como terapeuta e orientador sexual, há 25 anos, posso concluir que a causa principal dos desajustes sexuais entre casais sobrevem da indolência de um ou de ambos os cônjuges. Este argumento é válido para aqueles casais que outrora foram sexualmente adequados tanto no aspecto afetivo como no biológico propriamente dito e que agora se ressentem em suas ruminações e avaliações silenciosas; preventivamente prefiro não considerar as disfunções sexuais em suas características particulares, principalmente com relação às suas causas remotas. Seria assunto mais adequado para palestras com tempo prolongado e participação ativa dos casais.
Aprendemos com Freud e nos convencemos de que a libido é a energia fundamental do ser vivo, principalmente do Homem. Esta energia é vital para a sobrevivência e se manifesta por meio da sexualidade em seu sentido amplo. Freud referiu a libido como oriunda do instinto de vida e, este, o motivo da existência. O poder da libido é ilimitado e nós podemos utilizá-la convenientemente para diversos fins sem adulterar seus propósitos verdadeiros, embora devamos tomar o cuidado para não investi-la totalmente num único alvo. A sublimação da sexualidade é uma forma de investimento libinal para fins socialmente aceitáveis, porém essa inversão deve ser apenas um empréstimo temporário e restituível brevemente para não acontecer a falência da vida. Um dos primeiros sinais de falência libidinal é a indiferença afetiva - a falta de responsividade aos prazeres, até então existentes, mormente à intimidade sexual. Muitos outros sinais denunciam a estagnação da libido e, entre eles podemos considerar a tendência das pessoas ao isolamento social, a falta de metas, o abandono de si mesmo, a percepção acerbada da vida e a renúncia aos contatos humanos mais íntimos. Entre os casais o contato assume uma distância inalcançável e se mostra presente através das constantes críticas, das animosidades, da anulação do outro e das agressões físicas.
A apatia sexual comum entre casais, principalmente daqueles que convivem há muito tempo, é o retiro protetor do pouco que resta da dignidade pessoal ou do amor-próprio, talvez uma forma sutil de represália para destruir o outro. O relacionamento sexual pode, paradoxalmente, acontecer nestas circunstâncias. Em alguns casais, quando a hostilidade chega ao extremo da tolerância, as relações sexuais se intensificam para dissimular o ódio insustentável à estima dilacerada pelas dissensões nutridas no trato diário. Estes casais normalmente referem suas atividades sexuais como sendo a garantia da convivência, ou sejam, aludem o sexo como condição de compatibilidade e, quase sempre afirmam darem certo "apenas na cama", sem saberem na verdade que este comportamento sexual é produto do infortúnio afetivo crônico - o autêntico relacionamento sádico-masoquista, ou melhor ainda, a libido desvirtuada se sujeitando ao poder da hostilidade recíproca - neste ponto a convevivência está severamente comprometida, irresgatável e destruidora para toda a família. É o extremo que não deveria ter chegado, pois a essas alturas, a terapia de casal ou qualquer outra alternativa são inúteis. Nenhum dos cônjuges consegue ceder a qualquer ajuda, pois isto significaria ser derrotado pelo outro. O que fazer então para prevenir?
Qualquer médico ou psicoterapeuta prefere utilizar de meios preventivos ou educativos que tratar de males já estabelecidos. A prevenção é muito mais eficiente que o tratamento, pois através daquela informamos, orientamos e damos sugestões para experiências gratificantes - a racionalidade é mais utilizada e eficiente quando ainda não se tem elementos perniciosos encravados no sentimento das pessoas.
Um dos pontos fundamentais para um bom relacionamento afetivo-sexual é a comunicação assertiva, onde o casal pode aprender a ouvir, falar honesta e diretamente sem rodeios sobre o que sente e pensa a respeito do outro sem que faça julgamentos pessoais ou projete os rancores sob a forma de agressões verbais. A melhor forma para expressar assertivamente os ressentimentos é falando sempre na "primeira pessoa do singular", ou seja, falando sobre o que sente com relação à atitude do outro - isso, além de proteger o outro em sua dignidade e amor-próprio, impossibilita a oportunidade de retaliações. A submissão da mulher à decisão sexual do parceiro é um aspecto cultural danoso num relacionamento conjugal, pois não se leva em consideração a disponibilidade e a vontade dela. É claro que a mulher sente-se bem ao ser requestada, embora devemos lembrar que compete a ela o poder biológico da sedução - como qualquer outra fêmea no reino animal. O ciclo bio-sexual da mulher tem um propósito único de reprodução e, por isso, seu apetite é ordenado para determinado período do ciclo menstrual, mais precisamente no período fértil do ciclo menstrual regular de 28 dias, ou seja, por volta do décimo quarto dia. O homem porém, não possui estes determinantes cíclicos e a sua espermatogênese só termina com sua morte - é um reprodutor por excelência, cuja função é produzir seres semelhantes para evitar a extinção biológica da espécie - é a lei natural da sobrevivência. Por isso o homem está, instintivamente, sempre predisposto ao ato sexual.
Contudo, as determinações biológicas não podem imperar sobre a racionalidade necessária para a adaptação no ambiente e, por isso, devemos conciliar as forças naturais para a continuidade da vida e as conveniências sociais, econômicas, morais e religiosas. Se não se entende esse fenômeno, o fracasso é a única meta atingível. Ao se instituir o casamento oficial (religioso e/ou legal) o homem e a mulher passaram a buscar o ajustamento à premência comandada pela necessidade natural de reprodução e, foi aí que desenvolvemos a capacidade de amar - forma sublime e inteligente de domesticar as exigências do impulso sexual constante do homem. Perfeito! Algumas pessoas evidentemente não conseguiram evoluir e sublimar seu instinto sexual e se tornaram promíscuos.
Em qualquer relacionamento humano persistente faz-se necessário fazer constantes reformulações, sendo a criatividade neste caso, o principal meio para tornar a convivência satisfatória. A inventividade humana é um dos aspectos mais relevantes da inteligência e, é através dela que se consegue a adequação às mais diversas situações, quer sejam benéficas ou não. Num relacionamento conjugal a criatividade é imprescindível, senão a única forma de tolerarmos a monotonia e os "mesmismos" inevitáveis do dia-a-dia. A relação conjugal não está demarcada simplesmente pelas necessidades sexuais, existem vários fatores que interferem para interceptá-las, sufocá-las, impedi-las ou exacerbá-las.
É difícil coincidir que duas pessoas tenham a mesma carga de erotismo. Para algumas pessoas o sexo é essencial para a sua vida, enquanto que para outras ele é apenas um acessório do contexto biológico. Para muitas pessoas, entretanto, seus desejos sexuais não são constantes, mas se revelam através de várias alternativas. Para outras a freqüência sexual obedece intervalos prolongados, porém com muito colorido erótico e satisfação inusitada. Em suma, cada pessoa possui um ritmo erótico peculiar, idiossincrático. O mais importante, contudo, é a adequação entre os parceiros sem que um se sinta coagido pelo ritmo do outro e se submeta incondicionalmente ao interesses dele.
A maioria dos casais fica na expectativa dos sinais biológicos deflagrados pela necessidade sexual natural, ou seja, aguarda as determinações cíclicas do desejo sexual procriativo. Não procura desenvolver nenhuma cerimônia erótica, pelo contrário, se afasta porque a lâmpada verde está apagada e não se acende sozinha. Não faz nada para acioná-la. Esta é uma das razões da apatia - o afastamento por indolência afetiva.
O erotismo em seu sentido amplo, é na verdade o interesse pela outra pessoa. Ele está implícito nas trocas intelectuais, emocionais, na capacidade de envolvimento, na dedicação e no desprendimento. O erotismo é uma das manifestações de liberdade mais evidentes e saudáveis do ser humano. É somente através do erotismo que a pessoa consegue desapegar do egoísmo e se confundir e assimilar o amor recíproco. O melhor caminho é o encontro físico dos contatos que, daí, deflagram os mais enlevados sentimentos de onipotência.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
Atendimento Popular.
O CLAPSIS agora tem atendimento popular.
Nosso objetivo é atender a população mais necessitada e com menos recursos financeiros das Regiões de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Duque de Caxias e outras.
A Dra. Lilian Santos Aldeia, responsável profissional na área de psicologia, sexologia e educação infantil, abriu este espaço exclusivamente para pessoas que precisam de tratamento nestas áreas.
Casos de Luto, Depressão, Bulliyng, Déficit de Atenção e Hiperatividade (criança ou adulto "meio desligado", não consegue acabar suas tarefas e bastante agitado), Inadequação Escolar, Dificuldade de Aprendizagem, Gestantes de Primeira Viagem, Falta de Desejo Sexual, Impotência Sexual, Ejaculação Precoce, Frigidez, Vaginismo, Planejamento Familiar, Stress, Fobias e muitos outros.
Atendimento a Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos e Gestantes.
Atendimento às Terças, Quartas e Quintas de 9:00 às 16:00/ Sextas de 14:00 às 18:00
Valor por consulta: R$50,00
Atendimento com Hora Marcada.
Contatos:
(21) 98867-6669
clapsis2014@gmail.com
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
Horas e não Minutos de Silêncio
Sinceramente, não sei o que dizer..........Grandes perdas...uma enorme dor!
http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2014/07/cura-da-aids-poderia-estar-naquele-aviao.html
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sexta-feira, 11 de julho de 2014
Priapismo
A
ereção peniana ocorre automaticamente na fase REM (Rapid Eye Movement -
movimento ocular rápido) do sono, a partir de um estado de excitação sexual
espontânea ou proveniente de estímulos vários originados dos órgãos dos
sentidos, que o cérebro processa e envia a mensagem para que os corpos
cavernosos se encham de sangue e determinem a rigidez do pênis. Ao mesmo tempo,
o corpo esponjoso do pênis (uretra e glande), dilatam-se por um maior aporte do
fluxo sanguíneo. Cessado o estímulo sexual ou após o orgasmo, o sangue que
lentamente circulava nos corpos cavernosos, escapa, esvaziando-os e promovendo
a volta do pênis ao estado de flacidez.
A ereção peniana tem duração variada, de
minutos a uma ou duas horas, em média, suficiente para a satisfação sexual. Priapismo, ou ereção peniana prolongada (dos
corpos cavernosos, mas não do esponjoso), dolorosa, sem desejo sexual e que não
cede após o orgasmo, tem esta denominação em homenagem ao Deus grego da
fertilidade, Priapus.
É uma condição patológica em que o pênis
persiste em ereção por muitas horas ou dias, não obtém sua natural e
conseqüente flacidez e, por isso, constitui uma situação de urgência em que
medidas para promover a detumescência peniana deverão ser tomadas de imediato,
sob pena do advento de graves conseqüências futuras para a função erétil
peniana.
O
quadro clínico mais comum do priapismo é dramático: o paciente apresenta-se
ansioso, preocupado com uma ereção peniana que há horas ou até dias não cede,
com dor no pênis, que se apresenta plenamente ereto, exceto a glande que estará
flácida, corpo do pênis algo edemaciado (inchado) e com temperatura um pouco
abaixo do esperado.
O
priapismo possui muitas causas. Algumas são conhecidas, outras, nem tanto.
Dentre as conhecidas, podemos enumerar: lesões traumáticas da medula espinhal,
pênis, períneo ou pélvis; doenças do sangue como anemia falciforme e leucemia;
uso de medicamentos tais como alguns antihipertensivos, psicotrópicos e drogas
usadas em auto injeção peniana para tratamento de impotência sexual (disfunção
erétil peniana). Quando não se consegue determinar a causa, o priapismo é
classificado como idiopático.
O diagnóstico é baseado, principalmente, no
quadro clínico do paciente. Raramente serão necessários exames complementares para
o diagnóstico do priapismo. Estes serão necessários para a tentativa de
estabelecimento da causa. Os mais comumente realizados são: exames de sangue
(hemograma completo, gasometria arterial); exames de imagem para pesquisa de
afecções da pélvis, uretra, próstata e coluna espinhal (radiografias,
tomografias, ultra-sonografias etc).
O tratamento tem dois aspectos básicos:
1-Providenciar a imediata detumescência dos
corpos cavernosos;
2-Reparar
a causa subjacente responsável pelo priapismo, quando possível.
Para tanto, emprega-se uma série de medidas:
1-Repouso
e sedação do paciente;
2-Hidratação
por via venosa;
3-Interrupção
ou substituição de possíveis medicamentos responsáveis pelo quadro;
4-Transfusões
de sangue;
5-Punção
do corpo do pênis por agulhas, aspiração e lavagem do espesso sangue represado
nos corpos cavernosos; introdução (pela própria punção) de medicamentos para
estimular a flacidez dos corpos cavernosos;
6-Cirurgia,
quando as tentativas anteriores falharem. Os procedimentos cirúrgicos visam
criar uma comunicação artificial entre os corpos cavernosos e o esponjoso, para
desviar o sangue daqueles e promover a flacidez peniana.
O
priapismo, principalmente o causado por anemia falciforme bem como os
idiopáticos tende a recidivar, o que obriga pacientes e médicos a uma
vigilância cuidadosa.
Em
alguns casos, principalmente naqueles em que a ereção dura mais de doze horas,
alterações metabólicas sobre o delicado tecido dos corpos cavernosos poderão
ter como conseqüência, a disfunção erétil peniana (impotência sexual). Para que
tal não ocorra, os pacientes com priapismo deverão ser atendidos pelo
urologista o quanto antes, para evitar desastrosas conseqüências para a função
erétil peniana e qualidade de vida. 
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
PROMOÇÃO DE INAUGURAÇÃO!!!!
O CLAPSIS está com uma promoção de inauguração!!!!
Geralmente a primeira consulta sai ao valor de R$150,00 e as próximas sessões ao valor de R$100,00.
Para o mês de junho inteiro, quem visualizar este anuncio e entrar em contato dizendo sobre a promoção no blog, estará ganhando um desconto legal, observe:
No fim do Mês ao invés de pagar por R$400,00 vc estará pagando R$ 320,00. Ou seja, R$ 80,00 por sessão.
Mas informando que a primeira consulta permanece com o valor, ok?
Entre em contato por telefone: (21) 98867-6669
Email: lilian.psys@gmail.com ou clapsis2014@gmail.com
Mas não esqueça de avisar da promoção, ok????
Obrigada!!!
PS: VÁLIDO SOMENTE PARA TERAPIA INDIVIDUAL.
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terça-feira, 20 de maio de 2014
NOVO ENDEREÇO!!!
Boa Noite, caros Leitores e Amigos!
É com um grande prazer que anuncio meu novo endereço sendo assim meu novo estabelecimento particular de trabalho. Sim! Uma sala minha onde estarei atendendo, apresentando meus workshops, grupos de estudo e supervisões.
Agora o meu blog junto com uma comunidade no facebook tem um nome:
CLAPSIS - Clínica Associada de Psicologia e Sexologia
Estarei deixando aqui e lá na comunidade tb algumas apresentações, dicas e anúncios de meus eventos, fiquem atentos!
O Clapsis fica na Rua da Conceição, 137 sala 1104 - Centro - Niterói.
Próximo ao Niterói Shopping e da Estácio de Sá (prédio novo).
Aguardo vcs!
Obrigada pela atenção,
Bjs.
Lilian Aldeia.
É com um grande prazer que anuncio meu novo endereço sendo assim meu novo estabelecimento particular de trabalho. Sim! Uma sala minha onde estarei atendendo, apresentando meus workshops, grupos de estudo e supervisões.
Agora o meu blog junto com uma comunidade no facebook tem um nome:
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Estarei deixando aqui e lá na comunidade tb algumas apresentações, dicas e anúncios de meus eventos, fiquem atentos!
O Clapsis fica na Rua da Conceição, 137 sala 1104 - Centro - Niterói.
Próximo ao Niterói Shopping e da Estácio de Sá (prédio novo).
Aguardo vcs!
Obrigada pela atenção,
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Leitura que Prende
Tenho um velho hábito, até bastante interessante quando trabalho com o aumento da libido com meus pacientes. Além de proporcionar exercícios caseiros, trabalhos para o alivio da ansiedade e também a reconstrução de uma relação a dois, indico livros.
Sempre fui aficionada por leitura de todos os tipos, mais precisamente literatura inglesa e americana.
Deixo aqui alguns livros interessantes para quem quiser.
E há quem diga que isso não dá um gás!
Prove!
1- Mulheres - Charles Bukowski (Nem sonho em citar todos!!)
2- Pequenos Pássaros - Anais Nin
3- O Delta de Vênus - Anais Nin
4- Filosofia na Alcova - Marques de Sade
5- Fanny Hill - John Cleland
6- Decamerão - Giovanni Boccaccio
7- Justine - Marques de Sade
8- Satiricon - Petronius
9- A História do olho - Georges Batailles
10- A História de O - Anne Desclos (tem tb a versão em Quadrinho já disponível nas livrarias)
11 - Valentina - Guido Crepax (HQ)
12- Click! - Milo Manara (HQ)
13- Os Borgias - Milo Manara (HQ)
14- A Vênus das Peles - Sacher-Masoch
15- O Retrato de Dorian Grey - Oscar Wilde.
Bem, vc deve estar se perguntando: "E 50 Tons de Cinza"?
Como sexóloga, eu respondo: Já li e aquilo não é literatura erótica, mas sim um meio de se ganhar dinheiro e acredito de uma certa maneira, liberar a imaginação de mulheres fragilizadas, cansadas (atualmente dizendo) e por que não, libertarem-se do mal estar que cerca a por anos a fio: Religião e Sociedade. Lembrando que durante séculos a mulher foi alvo da repressão e o sexo era mal visto, até o final dos anos 60, mesmo com a Revolução Sexual foi e ainda é mal colocado.
Sexo, prazer, você adquire liberdade através de seus conhecimentos e a liberdade para com o seu corpo.
"Olhar para si e depois o mundo a sua volta" Esse é o segredo que Wilhelm Reich ensinou e mesmo assim, foi ignorado.
Pense a respeito!
E vc? Tem algum livro para indicar? Deixe aqui o seu recado, adorarei compartilhar coisas "novas". Obrigada!
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