"O amor, o conhecimento e o trabalho, são fontes de nossas vidas. Deveriam também governá-los". - Wilhelm Reich







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segunda-feira, 23 de abril de 2018

PSICOLOGIA & SEXOLOGIA POPULAR

Agora com novo endereço.

Liguem e maque sua consulta, lembrando de falar sobre o anuncio publicado.
Obrigada, Lilian Aldeia

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Assexuados




Classifico como uma patologia. Concordo com o psicólogo citado, mas tb acrescento uma ortodoxia familiar e religiosa com relação não sentir prazer ou desejar o outro. Existem muito casos tb onde há uma falha no sistema hormonal específico (são 7 hormônios sexuais que classificam disfunções ou doenças em casos físicos).
Sou a favor de um tratamento com um psicólogo/sexólogo, endocrinologista e tb ginecologista/urologista.
Em alguns casos é psicológico em outros, fisiológico e há tb os mistos, é interessante ser avaliado do porquê a pessoa tem essa classificação como escolha de vida.
Já tratei gente assim e o caso foi puramente situação de ortodoxia. Depois de um tratamento psicológico, visitas aos médicos específicos, a pessoa começou a sentir interesse, coisa q ela não entendia pq tinha essa falta de interesse, se era algo que ela tinha muita curiosidade.
Desculpe, isso não é frescura de uns, mas casos importantes a serem analisados.



http://delas.ig.com.br/amoresexo/2015-10-28/prefiro-pizza-a-sexo.html

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Entrevista da Revista O Flu - Dia do Sexo

Olá, boa noite a todos!

Lembrei que fiz uma nova entrevista para a Revista O Flu, de Niterói - Rj e esqueci de postar aqui.
Então, eis aqui ela!
Espero que gostem!

Bjs

http://www.ofluminense.com.br/pt-br/revista/dia-do-sexo


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

DIA DO PSICÓLOGO!!

São 5 anos, entre livros, apostilas, mestres, provas, trabalhos, resenhas, testes, laboratório, estágios...
Acordando cedo e dormindo tarde.
Tem uns com filhos, marido/esposa, outros moram só, com amigos ou desconhecidos ou com a família.
Uns trabalham no meio da faculdade, uns pagam a própria.
Ao fim disto, um título de ouvinte, estudioso, atencioso, sincero, transparente, que sabe dar o ombro, a mão e um sorriso na medida certa...Na hora certa.
Há quem dá valor, outros acham que é um bate papo para ganhar dinheiro fácil.
Só quem vive uma dor sabe nos dar o valor e cabe a nós sermos humanos o bastante para ajudar, encaminhar, "dar uma vela", faze-lo brilhar.
Profissão fácil? Claro que não!!
Lutamos como qualquer pessoa que sai de um sonho para na realidade ter seu lugar a sol.
Profissão bonita? Sim. E sabe por quê?
Porque além de ajudarmos os outros que necessitam de apoio, nosso amor e dedicação, fazemos com que a beleza dela fique ainda mais evidente, vibrante.
Psicólogos são flores em um grande campo iluminado pelo sol da manhã, onde borboletas, abelhas, joaninhas e passarinhos chegam até nós para conseguir seu necessário, sua energia vital, seu enlevo, sua satisfação.
Ser psicólogo é um caminho que gera a melhor coisa aos olhos e ao coração dele próprio: Saber dar aquilo que o outro precisa para viver bem consigo e o mundo a sua volta.
Feliz dia do Psicólogo aos meus queridos amigos, colegas e mestres!
Ps: Desculpe a demora para felicitar, mas fui ajudar algumas pessoas a viverem bem, longe dos males do âmago e buscarem sua felicidade.
Bjs

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DINFUNÇÕES SEXUAIS

    Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:
1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.
2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.
3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.
4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras "persistente ou recorrente" nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.
Subtipos
          Os subtipos são oferecidos para indicar o início, contexto e fatores etiológicos associados com as Disfunções Sexuais. Se múltiplas Disfunções Sexuais estão presentes, os subtipos apropriados para cada uma podem ser anotados. Estes subtipos não se aplicam a um diagnóstico de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral ou Disfunção Sexual Induzida por Substância. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar a natureza do início da Disfunção Sexual:
Tipo Ao Longo da Vida. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está presente desde o início do funcionamento sexual.
Tipo Adquirido. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual se desenvolve apenas após um período de funcionamento normal. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar o contexto no qual a Disfunção Sexual ocorre:
Tipo Generalizado. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual não está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros.
Tipo Situacional. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros. Embora na maior parte dos casos as disfunções ocorram durante a atividade sexual com um parceiro, em alguns casos pode ser apropriado identificar disfunções que ocorrem durante a masturbação. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar os fatores etiológicos associados com a Disfunção Sexual: Devido a Fatores Psicológicos. Este subtipo aplica-se quando fatores psicológicos supostamente desempenham um papel importante no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual, e condições médicas gerais e substâncias não exercem qualquer papel na etiologia da Disfunção Sexual.
Devido a Fatores Combinados. Este subtipo aplica-se quando 1) fatores psicológicos supostamente desempenham um papel no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual e 2) uma condição médica geral ou uso de substância também contribui, supostamente, mas não basta para explicar a Disfunção Sexual. Se uma condição médica geral ou uso de substância (inclusive efeitos colaterais de medicamentos) é suficiente para explicar a Disfunção Sexual, pode-se diagnosticar Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e/ou Disfunção Sexual Induzida por Substância.
Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero
          O discernimento clínico acerca da presença de uma Disfunção Sexual deve levar em consideração a bagagem étnica, cultural, religiosa e social do indivíduo, que pode influenciar o desejo sexual, as expectativas e atitudes quanto ao desempenho. Em algumas sociedades, por exemplo, o desejo sexual por parte da mulher recebe menor relevância (especialmente quando a fertilidade é a preocupação principal). O envelhecimento do indivíduo pode estar associado com uma diminuição do interesse e funcionamento sexual (especialmente em homens), mas existem amplas diferenças individuais nos efeitos da idade.
Prevalência
          Existem muito poucos dados epidemiológicos envolvendo a prevalência das várias disfunções sexuais, e esses mostram uma variabilidade extrema, provavelmente refletindo diferenças nos métodos de avaliação, definições usadas e características das populações amostradas.
Diagnóstico Diferencial
          Se o clínico considera que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma determinada condição médica geral, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral. Esta determinação fundamenta-se na história, achados laboratoriais ou exame físico. Quando se supõe que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Induzida por Substância. Cabe ao clínico investigar atentamente a natureza e extensão do uso de substâncias, inclusive medicamentos. Os sintomas que ocorrem durante ou logo após (isto é, em 4 semanas) a Intoxicação com Substância ou após o uso de medicamentos podem ser especialmente indicativos de uma Disfunção Sexual Induzida por Substância, dependendo do tipo ou quantidade da substância usada ou duração do uso. Se o clínico determinar que a disfunção sexual se deve tanto a uma condição médica geral quanto ao uso de uma substância, podem ser dados ambos os diagnósticos (isto é, Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e Disfunção Sexual Induzida por Substância). Um diagnóstico de Disfunção Sexual primária com o subtipo Devido a Fatores Combinados é feito quando se presume o papel etiológico de uma combinação de fatores psicológicos e uma condição médica geral ou substância, mas nenhuma etiologia isolada é suficiente para explicar a disfunção. Se o clínico não consegue determinar os papéis etiológicos dos fatores psicológicos, de uma condição médica geral e do uso de uma substância, diagnostica-se Disfunção Sexual Sem Outra Especificação. O diagnóstico de Disfunção Sexual também não é feito se a disfunção é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., se a redução do desejo sexual ocorre apenas no contexto de um Episódio Depressivo Maior). Entretanto, se a perturbação no funcionamento sexual antecede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente, pode ser feito um diagnóstico adicional de Disfunção Sexual. Em geral, se uma Disfunção Sexual está presente (por ex., Transtorno da Excitação Sexual), Disfunções Sexuais adicionais também estarão presentes (por ex., Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo). Nesses casos, todos os transtornos devem ser diagnosticados. Um Transtorno da Personalidade pode coexistir com uma Disfunção Sexual. Nestes casos, a Disfunção Sexual deve ser registrada no Eixo I, e o Transtorno da Personalidade, no Eixo II. Se uma outra condição clínica, como Problema de Relacionamento, está associada com a perturbação no funcionamento sexual, a Disfunção Sexual deve ser diagnosticada, e a outra condição clínica também é anotada no Eixo I. Problemas ocasionais com o desejo sexual, excitação ou orgasmo que não são persistentes ou recorrentes ou não são acompanhados por acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não são considerados como Disfunções Sexuais.

domingo, 24 de agosto de 2014

Atendimento Popular.



O CLAPSIS agora tem atendimento popular.

Nosso objetivo é atender a população mais necessitada e com menos recursos financeiros das Regiões de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Duque de Caxias e outras.

A Dra. Lilian Santos Aldeia, responsável profissional na área de psicologia, sexologia e educação infantil, abriu este espaço exclusivamente para pessoas que precisam de tratamento nestas áreas.
Casos de Luto, Depressão, Bulliyng, Déficit de Atenção e Hiperatividade (criança ou adulto "meio desligado", não consegue acabar suas tarefas e bastante agitado), Inadequação Escolar, Dificuldade de Aprendizagem, Gestantes de Primeira Viagem, Falta de Desejo Sexual, Impotência Sexual, Ejaculação Precoce, Frigidez, Vaginismo, Planejamento Familiar, Stress, Fobias e muitos outros.

Atendimento a Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos e Gestantes.

Atendimento às Terças, Quartas e Quintas de 9:00 às 16:00/ Sextas de 14:00 às 18:00

Valor por consulta: R$50,00

Atendimento com Hora Marcada.

Contatos:
(21) 98867-6669
clapsis2014@gmail.com

Visite nossa página no Facebook: Clapsis - Clinica Associada de Psicologia e Sexologia

terça-feira, 20 de maio de 2014

NOVO ENDEREÇO!!!

Boa Noite, caros Leitores e Amigos!

É com um grande prazer que anuncio meu novo endereço sendo assim meu novo estabelecimento particular de trabalho. Sim! Uma sala minha onde estarei atendendo, apresentando meus workshops, grupos de estudo e supervisões.

Agora o meu blog junto com uma comunidade no facebook tem um nome:

CLAPSIS - Clínica Associada de Psicologia e Sexologia

Estarei deixando aqui e lá na comunidade tb algumas apresentações, dicas e anúncios de meus eventos, fiquem atentos!

O Clapsis fica na Rua da Conceição, 137 sala 1104 - Centro - Niterói.
Próximo ao Niterói Shopping e da Estácio de Sá (prédio novo).

Aguardo vcs!
Obrigada pela atenção,
Bjs.

Lilian Aldeia.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Leitura que Prende




Tenho um velho hábito, até bastante interessante quando trabalho com o aumento da libido com meus pacientes. Além de proporcionar exercícios caseiros, trabalhos para o alivio da ansiedade e também a reconstrução de uma relação a dois, indico livros.
Sempre fui aficionada por leitura de todos os tipos, mais precisamente literatura inglesa e americana.
Deixo aqui alguns livros interessantes para quem quiser.
E há quem diga que isso não dá um gás!
Prove!

1- Mulheres - Charles Bukowski (Nem sonho em citar todos!!)
2- Pequenos Pássaros - Anais Nin
3- O Delta de Vênus - Anais Nin
4- Filosofia na Alcova - Marques de Sade
5- Fanny Hill - John Cleland
6- Decamerão - Giovanni Boccaccio
7- Justine - Marques de Sade
8- Satiricon - Petronius
9- A História do olho - Georges Batailles
10- A História de O - Anne Desclos (tem tb a versão em Quadrinho já disponível nas livrarias)
11 - Valentina - Guido Crepax (HQ)
12- Click! - Milo Manara (HQ)
13- Os Borgias - Milo Manara (HQ)
14- A Vênus das Peles - Sacher-Masoch
15- O Retrato de Dorian Grey - Oscar Wilde.

Bem, vc deve estar se perguntando: "E 50 Tons de Cinza"?
Como sexóloga, eu respondo: Já li e aquilo não é literatura erótica, mas sim um meio de se ganhar dinheiro e acredito de uma certa maneira, liberar a imaginação de mulheres fragilizadas, cansadas (atualmente dizendo) e por que não, libertarem-se do mal estar que cerca a por anos a fio: Religião e Sociedade. Lembrando que durante séculos a mulher foi alvo da repressão e o sexo era mal visto, até o final dos anos 60, mesmo com a Revolução Sexual foi e ainda é mal colocado.
Sexo, prazer, você adquire liberdade através de seus conhecimentos e a liberdade para com o seu corpo.
"Olhar para si e depois o mundo a sua volta" Esse é o segredo que Wilhelm Reich ensinou e mesmo assim, foi ignorado.
Pense a respeito!

E vc? Tem algum livro para indicar? Deixe aqui o seu recado, adorarei compartilhar coisas "novas". Obrigada!

sábado, 4 de janeiro de 2014

Sexo e Menopausa




Busca da Qualidade de Vida Sexual na Maturidade
A Menopausa é a parada completa da menstruação. O Climatério é o período que compreende desde as modificações fisiológicas, que vão ocorrendo com a diminuição de produção hormonal por parte dos ovários, até culminar na menopausa.
O processo de envelhecer ocorre desde que nascemos, mas há maior preocupação com a idade quando nossas funções vitais vão sendo perdidas. A perda da capacidade reprodutiva nas mulheres é acompanhada por uma série de sintomas físicos ou emocionais. Fogachos (os calorões), suor excessivo, cefaléia, pele seca, entre outros, são comuns. Mas, no que tange à vida sexual, algumas modificações são mais condicionantes.
Com a chegada da menopausa o desejo sexual pode diminuir. Algumas mulheres que se sentiram obrigadas a manter relações sexuais por toda uma vida, justificam a perda da função sexual com o fim da menstruação. Usam a menopausa como escudo para não precisarem mais "servir" seus parceiros sem obtenção alguma de prazer.
Já outras mulheres experimentam uma melhora da vida sexual e de seu desejo com a parada do ciclo menstrual, pois não precisam mais temer a gravidez indesejada e geralmente não têm mais filhos pequenos que atrapalhem o sono ou que ocupem muito sua atenção ao longo do dia. Logo, é uma questão na qual o peso cultural tem grande influência.
Com a perda da produção de alguns hormônios na menopausa, a mulher fica com menos lubrificação vaginal, devendo ter maior cuidado durante o ato sexual. Quando a vagina fica seca, o atrito do pênis pode machucá-la, como também ao seu parceiro, além de poder provocar algumas infecções (vulvovaginites). O uso de cremes lubrificantes é aconselhável, bem como a possibilidade de reposição hormonal. Um outro fenômeno que ocorre é a perda da gordura localizada nos grandes lábios, fazendo com que a vagina diminua de tamanho e esteja mais propensa a sofrer dor no coito.
A fantasia deve ser muito utilizada para despertar maior prazer no ato.
O orgasmo da mulher menopáusica pode ser muito intenso, pois as terminações nervosas estão muito mais à flor da pele, literalmente falando, pois, como assinalado acima, a capa de gordura da região da vulva está diminuída.
Muitas mulheres experimentam um reflorescimento da vida sexual.
Recomendações
 
http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Use lubrificantes nas relações sexuais para evitar o desconforto e possíveis infecções vaginais.
http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
A reposição hormonal deve ser questionada para manutenção das características físicas femininas, prevenindo-se a pele e cabelos secos, mantendo o corpo arredondado nas formas femininas, bem como a voz. Consulte seu ginecologista.
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Procure climatizar o ambiente antes dos encontros sexuais: nem tão quente, nem tão frio para você e para seu parceiro.
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Aproveite o maior estímulo sexual de seu parceiro, procurando-o pela manhã (cedo), pois a maior disposição dele para o sexo pode ajudá-la a ter mais desejo e a ser mais estimulada.
http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Com o surgimento de problemas sexuais de inibição, falta ou dificuldade de se chegar ao orgasmo, não deixe de procurar um terapeuta sexual que pode lhe proporcionar muitas orientações e técnicas para usufruir melhor de sua sexualidade.
http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Caso surjam sintomas de tristeza, desânimo intenso, fadiga, irritabilidade, baixa auto-estima, procure imediatamente uma orientação com psiquiatra, pois nessa fase, com as alterações hormonais, os Transtornos de Humor (Depressão) não são raros.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

PROMOÇÃO ATÉ O FIM DO ANO!!!!




PROMOÇÃO PARA QUEM QUER ESTAR BEM PARA O ANO QUE VEM!!

Atendimento psicoterápico para Crianças, adolescentes Adultos, Idosos e Casais.

A Primeira consulta sai ao valor de R$150,00

E as próximas sessões ao invés de vc pagar R$100,00 cada, você só irá pagar R$85,00

AO TOTAL DE R$ 340,00 NO FINAL DO MÊS!!

HORÁRIOS DISPONÍVEIS SOMENTE NAS SEXTAS-FEIRAS:
13H, 15H, 16H, 18H E 21H

CONTATOS PARA MARCAÇÃO: (21) 98867-6669
                                                          LILIAN.PSYS@GMAIL.COM

AVISAR SOBRE A PROMOÇÃO VISTA NO BLOG!!!

BJS,
LILIAN ALDEIA.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

...E Cinderela volta às Origens!!!



Durante muitos anos, na imaginação das crianças foi implantada a idéia de que princesas possuem um reino para governar ao lado de seu amado, possui súditos, cozinheiro, empregadas, copeiras, amas para cuidar de seus filhos, um guarda roupa completo, rico e sempre novo, sem contar que está sempre limpa, penteada, coberta de jóias etc.
Hoje, passeando no Shopping me deparei com um aspirador de pó para crianças das princesas.
Na mesma hora pensei: Ué? Agora as princesas lavam, passam, cozinham, tiram o pó???
Fiquei pensando em tudo aquilo que as estórias infantis contam sobre os felizes para sempre que eu sempre achei de deveria ter um final mais realista, até porque muitas meninas em nossos país não terão essa oportunidade.
Felizes para sempre é: Engravidar, limpar a casa, cuidar do marido, trabalhar, levar criança ao colégio, cozinhar, cuidar de outra pessoa quando adoecer, pagar contas, lavar roupa e segurar ao máximo seu rico dinheirinho para poder fazer algo no final de semana.
As estórias infantis foram criadas para acalmar as crianças quando não podiam ir para a escola por doenças ou dias fortes de chuva ou algum outro motivo, como já mencionei em um texto meu por aqui, as mães pegavam as fofocas da rua e colocavam para dentro de casa numa visão que elas gostariam de ter e passavam para as crianças. As mães não contavam o final e deixavam o "felizes para sempre" como um verdadeiro sonho. Um sonho que a medida que a menina, principalmente, vai crescendo começa a perceber que a realidade é outra.
Princesas não ganham um "não", mas meninas sim!
Princesas tem sempre tudo bonito e perfeito, meninas tem algo quando seus pais tem condições.
Todos os homens do reino caem de amores pelas princesas, as meninas tomam bullyng, são excluídas de brincadeiras e nem todo mundo elogia.
O que pode acarretar essas estórias na cabeça das crianças e como esses utensílios domésticos criados pelas industrias de brinquedos podem trazer de explicação que, agora nos tempos de hoje uma princesa tem que limpar seu quarto, lavar louça etc.
Não sou a favor das estórias infantis de princesas, não sou a favor nem da Barbie (Tudo que vc quer ser - era sua chamada na TV) nada relacionado a esses mundos.
Vc cria situações, sonhos que não podem ser na grande parte das vezes concretizados. Isso futuramente causa questionamentos psicológicos e baixa autoestima.
Princesas, hoje em dia perderam sua realeza, a grana está curta para manter os empregados, então, é criada uma linhas enorme de utensílios modernos para facilitar a vida delas e que tenham sua marca registrada em cores e designer.
Me fez lembrar tb um trabalho interessantíssimo da fotógrafa Dina Goldstein que mostrou de maneira esplendida e realista do "felizes para sempre nas fotos intituladas: My Fallen Princesses.
http://www.fallenprincesses.com/

Bem, podemos tirar muitas conclusões dessas fotos...Só depende da sua imaginação e do como vc vai compreender para mostrar para seus filhos que "Felizes para Sempre" só em contos de "fadas"...


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Orgasmo

Orgasmo...Palavra de grande significado e dor de cabeça maior ainda para muitos homens e mulheres que não compreendem o por quê de não conseguirem atingir esse mínimo de carga/descarga bioenergética. A falta de orgasmo é muito mais psicológica do que orgânica, casos como a anorgasmia (ausência de orgasmo dividida em primaria e secundária), vaginismo (fechamento do canal vaginal) e dispareunia (dor na relação). Tratamentos existem e muitas pessoas se sentem desconfortáveis em procurar ajuda pois, falar de algo assim é vergonhoso, intimidador, doloroso e acaba doendo ainda mais por não se permitir. Procurar ajuda não é sinal de impotência por não conseguir resolver o problema, é sinal de coragem e força de vontade.
O orgasmo, sua ausência geralmente são questões sociais, familiares e culturais, todas repressoras. Sem contar a couraça caracteriológica que a própria pessoa desenvolve.
Procurando ajuda profissional, atendendo a pedidos caso a necessidade de fazer exercícios, aprendendo a trabalhar seu ego, suas tensões e melhorando sua ligação com o parceiro, sem contar com o aumento da auto estima, tb o fato de se desprender desta busca e se permitir ao ato, essa terminação nervosa, esse choque quase que imperceptível poderá acontecer....Permita-se, sinta-se bem consigo e com o mundo a sua volta! É assim que o orgasmo começa...

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Teste de Ataques de Neurose


Desenvolvido para psicólogos que suspeitam que seus pacientes estejam sob o estado de neurose (transtorno de ansiedade), mais especificamente como Ataque de Pânico. O reconhecimento da doença aplicando o teste é feito através do seguinte modo:13 questões existentes no questionário.Assinalando 4 ou + (mais) questões do questionário é diagnosticado como: Ataque de Pânico.Assinalando – (menos) de 3 questões é diagnosticado como: Agorafobia. 

Questionário:

( )- Falta de ar ou sensação de asfixia.
( )- Vertigem, sentimentos de instabilidade, ou sensação de desmaio.
( )- Palpitações ou ritmo cardíaco acelerado (taquicardia).
( )- Tremor ou abalos.
( )- Sudorese.
( )- Sufocamento.
( )- Náusea ou desconforto abdominal.
( )- Despersonalização ou desrealização.
( )- Anestesia ou formigamento.
( )- Ondas de calor ou calafrios.
( )- Dor ou desconforto no peito.
( )- Medo de morrer.
( )- Medo de enlouquecer ou cometer um ato descontrolado.


terça-feira, 6 de março de 2012

O “Não” Te Fortalecerá!




E por que não?
Muitas pessoas têm medo, trauma e uma visão muito deturpada da palavra “não”. Pessoas entram em depressão, perdem interesses, inventam desculpas para assuntos e tarefas que precisam ser executadas, congelam quando ouvem um “não”.
A questão é que o “Não”, sempre nos acompanhou. Em qualquer fase de nossas vidas, mas as pessoas não se lembram ou lembram tão bem que o fato de ter escutado um “não” na infância que pode ter acarretado também uma repressão mais drástica que criou uma cadeia de bloqueios e uma frustração absurda. A infância é a fase mais perigosa e traumática quando as coisas acontecem da maneira que os adultos não querem que aconteçam, como muitos pais acreditam na troca de figura de palavras, situações que podem ou não atrapalhar a vida infantil. Há alguns casos de muitos pais que acreditam que “aquilo” que é dito ser bom para a criança, de acordo com a educação que foi oferecida na infância arcaica, não é bom para a sua criança. Muitas vezes a criança é reprimida por algo que não fez ou inofensivo que não há necessidade de agir com o “não” drástico. É confuso, mas na verdade criei este artigo não para servir de conceitos psicológicos, mas para fazer com que você, querido leitor, se identifique e amadureça suas idéias perante o “não”, fazendo com que você enfrente-o de maneira mais tranqüila para seu bem-estar.
Tenho escutado muitos pacientes com medo que ouvir um “não”, seja no trabalho, na vida social ou na vida amorosa e isso faz com que o medo transpareça e perca oportunidades boas para a melhoria do ego.  O “não” não faz você se sentir inferiorizado, não faz perder coisas boas, não faz perder o dia afundado em um travesseiro chorando. 
O “não” te fortalece!
Sim!! Fortalece!!
Por quê?
Receber um “não” não é mostrar sua incapacidade, é você aprender que naquele momento “não” é propício, mas em outras situações você pode conseguir o que deseja.
Não é para você perder a auto-estima, não é para você deixar de lado uma tarefa que foi ordenada, não é para você perder o desejo de conquistar pessoas de seu interesse pessoal, nem perder o desejo sexual!!  Não conseguiu no momento? Parte para outra que pode fazer  melhor e mais proveitoso!
A avó do meu esposo sempre diz a seguinte frase: “Sempre que quiser algo, pergunte. O máximo que você pode receber é um não naquele momento. Mais para frente, quem sabe...”.
Não é pessimista, mas alimenta esperança. Não é triste, mas é um modo de pensar, pois ás vezes nossa maneira de perguntar foi mal formulada. Mais a diante, mudando as palavras, mas com o mesmo desejo de outrora, podemos conseguir o que desejamos.
Fazer a côrte, por exemplo. Aquela garota (o) que você tem “visado”. Chegar junto, conversar em busca assuntos de ambos os interesses, ser autêntico, conquistar com seu jeito é algo que mesmo que você receba um “não” daquela pessoa, não é para desistir de outras, isso faz com que os pensamentos comecem a trabalhar com a ordem das palavras, melhorar o desempenho social e fortalecer seu desejo de busca.
Receber um “não” não é o fim do mundo e não vai te fazer apodrecer na solidão. “Não” fortalece e faz com que você aprenda com os momentos, as pessoas e seus erros. Com certeza, pense, com certeza o que vier pela frente será muito melhor, continue, nunca desista no primeiro momento... Keep Walking.


Bobeirinha para te fazer sorrir

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Considerações Sobre as Entrevistas



Muitas vezes, podemos verificar que somos o segundo, quando não, o terceiro profissional a quem recorrem. Frente a este estado de coisas, nos perguntamos sobre o que teria ocorrido com os nossos antecessores?
Claro que consideramos as hipóteses da impossibilidade quanto à compatibilização de horários entre as duas partes, ou mesmo a não concordância quanto à questão dos honorários, além é claro, daqueles casos onde as duas questões estejam presentes simultaneamente.
Essas são questões absolutamente comuns à nossa práxis, porém o que aqui me interrogo é quanto ao abuso das entrevistas, abuso este que deriva da insegurança dos profissionais quanto à sua impressão diagnóstica e todas as outras implicações, dela derivadas.
Dessa forma, muitas são as vezes em que alongam o número de entrevistas em demasia, vivendo a fantasia que, se tiverem mais dados do paciente, vão poder chegar a uma melhor conclusão a respeito.
Penso que neste momento do trabalho, seria importante que pudéssemos nos interrogar, sobre qual é a real importância da ocorrência das entrevistas em psicanálise. Qual é a sua real utilidade?
No modelo médico, temos a famosa, e necessária anamnese, onde são registrados a história pregressa da moléstia atual e outras tantas coisas que competem a esse modelo, como sintomatologia, etc.
Para os analistas, sabemos, é claro, que é importante se saber da sintomatologia apresentada pelo paciente, mas sabemos também que, em psicanálise, não se faz diagnóstico pela sintomatologia, mas sim, pelas linhas de conflito envolvidas. Mas como poderemos nos aproximar dessas linhas de conflito envolvidas? A resposta é, através da transferência, e a mesma transferência nos serve de resposta para justificarmos a existência das entrevistas.
Dessa forma, podemos dizer que as entrevistas, em psicanálise, servem para verificar se o paciente é capaz de estabelecer transferência.
É através da transferência que poderemos nos acercar do tipo de relação objetal que o paciente estabelece na manutenção de seus vínculos.
Existe um "dizer", em psicanálise, o qual me parece fazer bastante sentido, tanto teórica, quanto praticamente. Ou seja: "Não importa o objeto da relação, mas sim a relação de objeto".
Vemo-nos frente à frente, muitas vezes, com pacientes que trazem uma história de sofrimento muito intensa e impactante. Lembro-me de uma moça que me dizia ter sido vítima de um assalto em seu apartamento, mas que os ladrões, não contentes com o assalto, a teriam violentado fisicamente.
O que me parece extremamente importante refletir é que, num caso como esses, imaginemos que o profissional marque umas três entrevistas com a paciente, a qual numa tentativa de colaborar, procura contar detalhes sobre o ocorrido e que depois, por alguma razão, o profissional lhe diz que não poderá atendê-la. Fica óbvio que, se ela se animar a continuar procurando ajuda, será obrigada a contar tudo novamente e, mais do que contar, reviver emocionalmente todo um contexto carregado afetivamente.
Dessa forma, se o terapeuta percebe que o caso se apresenta, e aqui com todo o respeito, com "muita areia para o seu caminhãozinho", deve proceder a indicação o mais breve possível, evitando assim muito sofrimento desnecessário, o que me parece impensável frente ao montante de sofrimento já intrínseco ao processo pelo qual o paciente nos procurou.
Tratar-se-ia aqui da possibilidade de deixarmos de estar voltados para o nosso próprio umbigo, em detrimento do respeito ao sofrimento do outro.
Alguém já disse, aliás com muita sabedoria, que "quem quer ser tudo para todos, acaba não sendo nada para si próprio".
Devemos ser capazes de suportar a possível "ferida narcísica" que um não-atendimento possa nos causar, em benefício do outro. É bem verdade que temos as nossas próprias demandas internas, as quais devemos conhecer através de nossa própria análise, bem como supervisão, possibilitando assim uma espécie de desapego narcísico em nome do outro.
Afinal, a quem estamos para atender em primeira instância?
Caso fiquemos em dúvida quanto à resposta a essa questão, penso que estaria mais do que na hora de procurar uma ajuda profissional!
Entendemos que para aqueles que estejam iniciando um trabalho profissional, deva existir de nossa parte certa tolerância quanto à existência de dúvidas, até porque depois de muita estrada, ainda as temos, mas ao que me insurjo contra, é que tentem dirimir suas dúvidas sozinhos, sem procurarem discutir o caso que os preocupa, com um colega mais experiente e que, certamente, poderá lhes aportar novas possibilidades de visualização sobre a situação vigente.
Quero deixar muito claro a minha forma de ver as coisas. Dessa maneira, entendo como nefasta a conduta daqueles que padecem de um excesso de confiança, assim como aqueles que sofrem de uma intimidação e que tentam resolvê-la por conta própria. Aqui, me parece que temos que voltar ao juramento que prestamos ao nos formar: Temos que mobilizar todos os nossos esforços para que aquele que nos procura, possa obter de nossa parte, a melhor orientação possível, e penso que dentro dessa orientação, está a possibilidade de realizarmos uma indicação para um colega que, a nosso ver, possa estar melhor aparelhado para se ocupar de determinado caso.
Devo aqui reconhecer que é bem verdade que ao procedermos uma indicação, muitas vezes aquele que nos procurou inicialmente, não irá recebê-la de bom grado, não entendendo inclusive o porquê dessa nossa conduta. Mas creio que se acertarmos na indicação do colega profissional, essa temática também poderá ser objeto de análise.
Pretendo encerrar esse artigo com um dizer de Freud, o qual repetirei com as minhas palavras: Devemos, sempre que possível, evitar o sofrimento DESNECESSÁRIO por parte do paciente, o que, entre outras tantas coisas significa, não contribuirmos para que ele tenha que repetir a história do seu sofrimento mais do que o estritamente necessário e imprescindível, para que o processo de análise seja factível.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Adulto e Criança em Terapia - Um desabafo.



É o que chamamos de Terapia de Família.



Queria entender o barato de certos psicólogos de não atender adulto e criança da mesma família. Uma coisa é vc não ter horário próximo ou não ter conhecimento para atender criança. Agora, não querer por que não tem saco ou para não ter trabalho de limpar chão, arrumar brinquedoteca e estudar desenho. Po, é um absurdo!!!!!Atender criança é um desafio, acho que todo psicólogo deveria passar dentro da profissão. Através do ensino e do desenvolvimento vc, psicólogo saberá lidar com as coisas de maneira mais rápida e lógica dentro do consultório. Eu, pelo menos atendendo crianças e acabo sendo mais afiada em meus trabalhos com adultos. As crianças não querem um diagnóstico rápido, mas os adultos sim, querem e principalmente respostas, afinal, precisam disto pra que haja uma quietude no espírito.......até a próxima sessão.
Ah, sim!!!E atendendo a criança e o adulto da mesma família é mais interessante, pois dentro do contexto, o psicólogo consegue compreender mais rápido as questões importantes do mal estar sócio-afetivo.

Desculpem, mas tem horas que falar sério requer um pouco de grosseria!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Conselhos e Idéias para a chegada do Bebê



Tenho atendido algumas mamães de primeira viagem e o que tenho percebido que como ficam completamente ansiosas com compras, necessidades, utensílios e até boas fraldas para seus pequenos que estão para chegar. Acaba se tornando uma compulsão, tão estranha que ela em alguns casos se perdura pós parto, acreditem!!
Bem, há um tempo atrás, uma paciente minha que conseguiu ficar toda a gravidez em terapia, o que foi uma surpresa pois, geralmente as grávidas não ficam até o fim da gestação, mais por cansaço, ansiedade, humor alterado etc. Está foi guerreira.
Durante seu período, dei várias idéias para não sair fazendo mil coisas ao mesmo tempo e comprar desnecessariamente.
Hj, atendendo mais uma que está com 3 meses e tb amigos que estão "grávidos" decidi colocar um material diferente no blog que chamo de "manhas da mamãe sem freios" onde ajudo a colocar freios e dar algumas idéias, haja vista que minha filha já está com 2 anos (atualmente com quase 5) e fora a quantidade de primos que nasceram na minha família que acompanhei de perto.
Vamos lá!

O que vou passar pra vcs é o básico e o necessário. Se quiserem seguir bom, senão fiquem ao critério de vcs, pois acredito que terão tb muitas pessoas para ajudar nesta hora.

1-Não saiam comprando todas as roupinhas o que vêem pela frente, compre pouco, mesmo que dê na telha de gastar horrores com coisinhas fofas. Vcs vão ganhar muitas roupinhas dos amigos e parentes. Compre roupas da época que o neném irá nascer, tipo: se for no inverno, compre casaquinhos e calcinhas de pé, são ótimos e práticos. (sempre tamanho maior, tipo de 3 a 6 meses, nunca comece de 0 a 3 meses).

Na Renner, Lojas Americanas e Leader tem coisas lindas, baratas e de bom tecido (não rasgam, não encardem com papinhas e leites (roupa pra bater é o que chamam e duram). As Americanas estão sempre com promoções. (eu fazendo propaganda de loja...aiii!). Bebê Básico, uma loja fabulosa do Sul, agora no Rio e Niterói, tem coisa lindas, mas seu tecido estica rápido e terá de ter cuidados ao lavar separadamente. Boys and Girls, de Friburgo tb é perfeita, Babylandia (Rio e Niterói) tb tem artigos de bom gosto e em bom preço. Esqueçam Abracadabra (Rio e Niterói), cara demais, roupas que não trabalham com medidas certas, fora que o tecido em alguns casos como já presenciei, causam alergia.
Compre roupas mais pra frente, exemplo pra 6 meses e guardem, pois criança cresce no susto e quando vc vê não tem nada fresquinho ou de acordo com a estação pra usar.
2-Pensem no quarto do neném com um tema. Aqui em casa, por exemplo, como eu não sabia o sexo, decidi por fundo do mar (nossa adoração - papai e mamãe), ficaram 3 paredes azuis claras e uma lilás, com peixinhos de madeira pintados nas paredes e um quadro de peixinhos do querido Romero Brito.
3-Nada de guarda roupa e cômoda infantil! São caras demais e futuramente seu filho vai reclamar e vc terá de comprar outro. Em algumas grandes lojas, há estes móveis em branco com tabaco ou outras cores básicas que não é nem infantil e nem adulto, com 4 portas e 2 gavetas, dá muito bem. Uma cômoda para guardar as fraldas e toalhas, fraldinhas de pano, lençóis etc.
4-Não precisam comprar aquela banheira enorme com trocador e tudo mais, com menos de 6 meses seu filho vai ficar apertado nela e mais pra frente vai usar aquela famosa banheira de plástico que todos nós usamos (ninguém morreu até hoje por causa dela). Então, compre um aparador de banheira e a de plástico. Aquela banheira enorme custa em média 600 reais. O aparador e a banheira de plástico sai por 70 reais. Não é ser somente econômica e sim, prática, pois a famosa banheira de plástico dura até 1 ano e 6 meses, mais ou menos, além de caber muito bem no box.

5- Façam chá de fralda, quando tiver uns 6 para 7 meses de gestação.

Sempre nessa idéia: 2 pacotes de fralda + 1 Hipoglós

2 pacotes de fralda + 1 caixa de cotonetes.

2 pacotes de fralda + 1 caixa de algodão.

Peça mais hipoglós, lenços umedecidos...isso usa pra caramba!!!

Se vc acha que 2 pacotes para pedir é muito, compreenda: nas farmácias existem pacotes de 8 a 74 fradas, tem gente que costuma não entender, até mesmo por não ter filhos e desconhecer, não é maldade e acabar dando um pacote menor, esses no fundo no fundo são ótimos para carregar nas bolsas de passeios ou idas aos médicos etc. (caso ganhe estas, guarde para estas ocasiões)

No final da lista deixe só 2 pacotes de fraldas ou pacotões, tem uns com 74 fraldas, tem gente que dá!

Melhores fraldas até agora que estou usando: Mônica (imbatível), Pampers Confort (as outras pode esquecer, vaza tudo), Looney Tunes e da Johnson (a básica), PomPom. Ganhei um pacote com 74 fraldas da Dry Séc - Argentina, é boa, não tenho o que reclamar!

Peçam tb fraldas noturnas, vcs vão precisar quando tiver com 3 meses, pois o neném dorme até 7 horas a noite e vc não vai precisar acordar pra trocar de 3 em 3 horas.
É só um exemplo:

Peçam mais ou menos assim, uns 10 pacotes da P (3 a 5kg), umas 20 da M (é a que usa mais, pois vai de 5 a 9 kg ou 10kg, varia da marca), 30 da G (essa usa até 1 ano ou um pouco mais, depende tb do peso do neném), peçam XG (mas poucas, pois não sabemos o peso ainda do neném quando nascer.Essa fralda geralmente começa a ser usada um pouco antes de completar 2 anos). Chamem todos os amigos nesse dia, até os homens!!!rs
Ps: 4 pacotes de recém-nascido (pra levar pro hospital) essas vc pode comprar, não peça no chá pois é perda de tempo.
6- Não sigam a  idéia de lista de enxoval da Internet, aquilo tem N itens que o neném nem vai ter tempo de usar.
Usei e uso em minha filha:

6 babadores.
6 body´s de manga curta
6 de manga comprida.
6 camisetinhas de manga curta e 6 da cumprida.
10 calças (vários tamanhos)
4 conjuntos de lã anti alérgica (sapato, casaco etc)
Cueiro não serve pra nada.
4 cobertores grossos.
6 lencóis.
5 toalhas de capuz de preferência com pano de fralda costurado dentro delas.
1 edredon
3 colchas.
3 pacotes de fraldas de pano (cada um contém 6 fraldas)
15 panos de boca (serve toalhinhas, aquelas de lavabo).
6 pares de meias.
Pijamas de malha.
6 sapatinhos de lã.
2 pares de luvinhas.
4 Macacões de banho de sol.
3 Macacões de manga curta e 3 compridas.
Travesseiros não precisa, pois só com 6 meses é que vai se usar.
2 kits berço.
2 protetores de colchão.
3 conjuntos lençóis de carrinho.
1 bebê conforto (q não é pra agora, só com 3 meses ou se preferir 1 canguru).

2 bolsas (1 pequena e 1 grande). Eu acabei optando por mochila, é bem melhor, imagina: neném no colo, sua bolsa do lado, a outra do outro lado e vc quase morrendo na rua!!!Nem....Mochila leva tudo, inclusive o que é seu, vc coloca nas costas e vai embora com os braços livres pro bebê! Comprei uma lancheira térmica (essas de colégio mesmo!) pra viagem pra por mamadeira quentinha e água tb.

1 carrinho de passeio (dê preferência pro carrinho berço, pois vai que vc viaja e não tem lugar pra pôr o nenê pra dormir? Dorme no carrinho confortavelmente.

3 trocadores plásticos (1 pro seu quarto, 1 pro quarto dele e outro para a mochila caso vc não tenha trocadores aonde vc estiver na rua).

1 cadeira pra automóvel. Meu marido comprou uma de vai do recém-nascido até os 6 anos, se não me engano).

1 chiqueirinho, aqui em casa compramos um chiqueirinho que vai aumentando e vira um berço pro neném, é ótimo e cabe na mala do carro).

1 abajour

20 cabidinhos.

1 cesto de roupa suja

1 conjunto de potes.

1 lixeira

1 móbile de berço (isso é útil que vcs não fazem idéia)rs

1 babá eletrônica.

1 tesourinha de unha.

1 aspirador de mucosa (meleca)

1 escovinha de cabelo

Basicamente é isso! Mas não saiam comprando tudo na primeira loja, pesquisem e muito, aqui em Niterói tem 2 lojas ótimas e baratas em tudo pra bebês!

Conselho: quando alguém disser que quer dar algo pro neném, falem na cara de pau o que precisam, é melhor do que ganhar algo que nunca irão usar e só ocupará espaço. Dê preferência a fraldas (nunca é demais) ou roupas que usará mais pra frente.

7- Futura mamãe, compre uma agendinha para anotar tudo: médico, ultra, peso, comportamento, dúvidas pro médico etc. Isso vai ajudar a dar um controle melhor da sua situação.
8- Amamentar: dói, dói....mas dê mesmo assim....quando estiver com 5 meses de gestação, comece a esfregar esponja de banho no bico pra ajudar a calejar. Depois quando já estiver amamentando use Mater Care, nem precisa limpar o seio toda hora, é a base de água e maracujá, não faz mal ao bebê. Isso alivia horrores!
9-Pediatra: comece a procurar antes de nascer, é bom pra fazer entrevistas e ver qual o melhor se encaixará com o jeito de vcs! A minha é a própria que viu minha filha nascer, é muito boa, pois já conhece a pecinha!rs Eu a conheci antes, marquei uma entrevista no consultório dela e fiz todas as perguntas que eu precisei para chegar a uma escolha.

Acompanhamento psicológico tb é muito importante para os pais. No trabalho da psicologia trabalhamos com aconselhamento, controle da ansiedade, a sexualidade, auto-estima da mulher, o bem-estar sócio-psico da gestante e do companheiro, depressão pós-parto, depressão pré-parto, responsabilização para com o bebê, desejos e anseios, aconselhamento médico (caso necessário), alteração de humor, neurastenia etc.
Cursos para gestantes tb é muito útil. Caso encontre algum na sua região, vá e anote todas as dúvidas e pergunte tudo. Vale a pena!

Sobre as roupas, uma idéia que sempre ajuda: Veja em que época do ano o bebê vai nascer (primavera, verão, outono ou inverno) vc compra de acordo com esta época e as maiores a medida em que ele crescem tb de acordo com eles. Pior é vc comprar roupas de verão em abundância para seu bebê nasceu no inverno em tamanhos somente para aquelas ocasiões, perde dinheiro e perde por ele não poder usar.
Exemplo: Minha filha nasceu no inverno, eu tinha as melhores e em pouca quantidade pro inverno, com 4 meses mais ou menos, era o fim da primavera, eu já tinha roupas mais frescas e leves que poderia usar até o fim do verão (essas eu comprei em maior quantidade e de vários tamanhos, pois no fim do verão ela já estava usando roupa de 1 ano e olha que ela nasceu em julho), isso tb varia muito do peso e tamanho da criança.

Espero que essas dicas ajudem!!!
Muito obrigada, bom parto e muitas felicidades para a família!
Bjs Mil,
Lilian Aldeia.



terça-feira, 19 de julho de 2011

Falta Desejo, Doutor!!


A falta de desejo sexual é um problema que afeta mais mulheres do que se imagina. Muitas delas ficam angustiadas por não conseguirem satisfazer o parceiro e relacionam a perda do desejo com o desgaste do relacionamento. O que elas não se dão conta ou muitas vezes não sabem, é que problemas físicos e psicológicos também podem afetar a libido e podem ser as causas do comportamento de virar para o lado e dormir na hora da intimidade. Alguns detalhes como auto-estima elevada, mente relaxada e conhecimento do próprio corpo podem fazer toda a diferença.

O que causa a falta de desejo sexual feminino?

Na maioria das vezes, a origem do desinteresse é psicológica. A insatisfação com a vida pessoal, o estresse por causa do trabalho, contas para pagar, tensão, preocupação com os filhos e até mesmo medo do desempenho sexual e o comportamento do parceiro podem afetar o desejo feminino. Além dos fatores emocionais, a falta de desejo feminino pode ser causada por alterações hormonais de testosterona, responsável pelo apetite sexual e o estrogênio, hormônio básico da mulher. As oscilações de estrogênio durante o ciclo menstrual e após a ovulação deixam algumas mulheres mais sensíveis. Também há relação entre menopausa e desejo sexual. Na menopausa o problema pode ser mais crítico, é a fase em que o corpo da mulher para de fabricar o estrogênio e há mais chances de surgir a depressão, que acaba com o desejo sexual.

Como recuperar o desejo sexual?

O primeiro passo é conversar com seu ginecologista para checar se a falta de desejo sexual está associada somente a preocupações externas ou se existe um problema orgânico envolvido. Com o diagnóstico do médico é possível resolver o problema, existem tratamentos para recuperar o interesse pelo sexo. Em alguns casos, somente o uso de medicação pode ajudar bastante. É possível também repor através de remédios os hormônios que o corpo da mulher deixa de produzir naturalmente.

Quando seu organismo está saudável e suas emoções equilibradas, você se sente mais disposta e o desejo sexual reaparece. Outra forma de resolver o problema é tentar estabelecer um diálogo aberto com seu companheiro, com bastante sinceridade. Tente também deixar o estresse e as preocupações de lado por alguns momentos e seja feliz, permita-se desfrutar de momentos de intimidade.

Falta de desejo sexual na gravidez

Com a gravidez, o corpo se transforma e o desejo sexual também. Muitas mulheres ficam inseguras, acham que não são mais atraentes para o parceiro e acabam deixando o sexo de lado durante a gestação. Outra dúvida que afeta a vida sexual das futuras mamães é se o ato pode machucar o bebê. Na verdade isso não passa de um mito, manter as relações sexuais durante a gravidez é muito saudável. Algumas posições podem ser incômodas por causa da barriga, mas o casal deve experimentar diversas formas, até encontrar a mais confortável. A prática só deve ser evitada se a mulher tiver complicações na gravidez, como sangramentos, por exemplo.

A falta de desejo é uma das disfunções mais frequentes e chega a acometer entre 15 a 34% das mulheres. Também é chamada de perda ou diminuição da libido.

Tem diversas causas, entre elas as mais comuns são alterações hormonais provocadas por uso de diversos medicamentos (ex: anticoncepcionais), parto, amamentação, menopausa e disfunções hormonais.

Outra causa muito comum é o uso de antidepressivos.

Outras causas estão relacionadas ao stress da vida diária, a rotina sexual do casal em que tudo é sempre igual, ao cansaço físico e mental.

Ainda existem outras causas relacionadas a diversas doenças orgânicas, como infecções e problemas genitais que provocam desconforto ou dor à relação sexual, reduzindo o interesse pelo sexo, e também relacionadas ao uso de drogas, álcool e cigarro.

Muitos casais acham que esse sintoma é falta de amor, mas na maioria das vezes isso não é verdade. Sexo não deve ser confundido com amor, que é um sentimento humano muito mais profundo que o sexo. A solução passa por uma consulta com o ginecologista para que este possa avaliar as causas e, se for o caso, encaminhar o casal para o tratamento mais eficaz.

Muitas mulheres se queixam de que não conseguem sentir prazer na hora da relação sexual e fala que não sente nenhum pouco a vontade com isso. Mas, o que os homens devem saber é que as mulheres não têm um botão de liga e desliga, pois na hora do prazer elas necessitam de uma combinação de vários detalhes que fazem toda a diferença para as mulheres, mas que os homens nem sequer percebem. A mulher antes mesmo de entrar em ação necessita estar com a auto-estima elevada, estar com a mente tranqüila, ter um bom conhecimento do próprio corpo e não estar preocupada. E, além disso, tem uma imensa quantidade de hormônios e de diversas substâncias químicas que entram em ação e também o parceiro deve estar dedicado e estar disposto a estimular os pontos estratégicos femininos. Os fatores psicológicos e orgânicos servem como uma espécie de combustível para acender o prazer feminino na hora da relação sexual e os hormônios femininos como o estrogênio e também os masculinos como a testosterona tem um papel muito importante para que tudo isso ocorra da melhora maneira possível. Mulheres que sentem dificuldade em sentir prazer durante as relações sexuais possuem um problema que os ginecologistas chamam de desejo hipoativo e isso é mais comum do que parece. Mas, alguns cientistas estão próximos das soluções para que o termômetro do sexo volte a funcionar normalmente. Uma das novidades é o flibanserin, o qual é uma droga que foi desenvolvida em laboratório, a qual poderá ser a primeira pílula que tem a capacidade de estimular o apetite sexual feminino, porém ainda não tem resultados definitivos. Porém, ela é bem diferente das pílulas masculinas, as quais agem na hora, o flibanserin leva de seis a oito semanas para produzir os efeitos. Com isso as mulheres irão instigar o interesse sexual e terão uma melhor relação amorosa por conta do prazer. A depressão é outro problema que faz com que quase 40% das mulheres tenham a produção da libido abaixo de zero e as oscilações de estrogênio durante o período menstrual também tem culpa e a ovulação também às vezes é culpada pela falta de prazer. Esses fenômenos acabam com a concentração de serotonina e daí as mulheres sentem aquela tristeza e a atração por seu parceiro não passa de uma mera lembrança do passado. E para não acabar por ai aparece a fase crítica da vida de uma mulher, a menopausa, onde os ovários não produzem mais estrogênio e a depressão aparece e acaba com a produção de libido. Todos os remédios voltados para a melhora do prazer tanto feminino quanto masculino atua no nosso cérebro na parte os mora as emoções e a partir disso afetam a vida sexual das pessoas. Outro remédio voltado para a mesma área do flibanserin é a desvenlafaxina, a qual é um antidepressivo que acaba de chegar ao Brasil. A desvenlafaxina não atua no nosso cérebro e sim acaba com a depressão, pois regula os neurotransmissores de serotonina de maneira bem mais natural que diversos remédios que estão no mercado. Quando a produção de estrogênio diminui a mulher sofre com o ressecamento vaginal e isso acarreta em dores na hora da relação sexual e por causa disso a mulher não sente vontade e muito menos prazer na hora da relação amorosa. O estrogênio também melhora a dilatação dos vasos sanguíneos e com isso melhora a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e proporciona mais prazer. Mas, para mulheres que possuem esses problemas existem géis a base de óxido que ajudam na excitação e preserva a umidade vaginal. Há também os adesivos de testosterona que só podem ser utilizados com prescrição médica. Estresse, ansiedade e baixa auto-estima interferem e muito na hora do prazer e para isso o ideal é fazer uma psicologia, pois ela ajuda a incentivar a pessoa a conhecer melhor o seu próprio corpo para que a insegurança e os conflitos fiquem para trás. Se o seu prazer não é mais o mesmo procure o seu médico ginecologista e ele fará um check-up em tudo e a partir disso ele saberá o que fazer!