"O amor, o conhecimento e o trabalho, são fontes de nossas vidas. Deveriam também governá-los". - Wilhelm Reich







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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

DISFUNÇÕES OU TRANSTORNOS SEXUAIS

Disfunções ou transtornos sexuais são problemas que ocorrem em alguma das fases da resposta sexual humana.
Disfunções Sexuais Femininas
Na mulher, as disfunções sexuais mais comuns são: as inibições do desejo sexual, a anorgasmia, o vaginismo e a dispareunia.
As inibições do desejo sexual ou transtorno do desejo sexual hipoativo, constituem a falta ou diminuição da motivação para a busca de sexo, ou seja, a pessoa não tem vontade de manter relações sexuais.
Isso ocorre mais comumente devido a:
problemas no casamento (brigas, desentendimentos quanto ao que cada um espera do relacionamento)
falta de intimidade
dificuldades de comunicação entre o casal, ou ainda, devido a tabus sobre a própria sexualidade, como, por exemplo, associações de sexo com pecado, com desobediência ou com punições
Inibições decorrentes de traumas sexuais (abuso sexual, estupro)
doenças, a problemas hormonais e ao uso de certas drogas e remédios.

O diagnóstico pode ser feito por médico clínico, ginecologista, psiquiatra ou psicólogo, através das queixas apresentadas pela paciente; dependendo das queixas, pode ser necessária a realização de exames, para se descobrir a origem da falta de desejo.
O tratamento se faz de acordo com a causa. Quando houver problemas clínicos (doenças), a paciente deve ser encaminhada para um especialista, quando necessário (por exemplo, um endocrinologista quando houver problemas hormonais), sendo que cada tipo de diagnóstico vai requerer um tipo específico de tratamento. Entretanto, a maioria dos casos deve-se a problemas psicológicos ou problemas no relacionamento do casal, e esses deverão ser tratados por psicólogo ou psiquiatra, tentando descobrir as causas, compreendê-las e resolvê-las.
A anorgasmia ou disfunção orgásmica é a falta de sensação de orgasmo na relação sexual. Pode ser primária, quando a mulher nunca teve orgasmo na vida, ou secundária, quando tinha orgasmos e passou a não tê-los mais. Ainda pode ser classificada em absoluta, quando a anorgasmia ocorre sempre, e situacional quando ocorre só em certas situações (por exemplo, em certos locais em que a pessoa não se sente confortável, ou com parceiro com o qual tenha algum tipo de conflito). A mulher com anorgasmia pode aproveitar plenamente das outras fases do ato sexual, isto é, tem desejo, aproveita as carícias e se excita, porém algo a bloqueia no momento do orgasmo.
As causas da anorgasmia são principalmente psicológicas, envolvendo problemas nos relacionamentos interpessoais, conflitos a respeito da sexualidade, falta de conhecimento do próprio corpo e sensações, dificuldade na intimidade e comunicação do casal em assuntos sobre sexo. Problemas clínicos também podem causar anorgasmia, por exemplo, acidentes que atingem a medula espinhal, alterações hormonais, corrimentos vaginais freqüentes ou ainda anormalidades na forma da vagina, do útero ou dos músculos que formam a região pélvica (região onde se situam os órgãos genitais).
O vaginismo é uma contração inconsciente, não desejada, da musculatura da vagina, que ocorre quando a pessoa imagina que possa vir a ter um ato sexual. Essa contração atrapalha ou impede a introdução do pênis, a qual, se for tentada causará muita dor, sendo que na maioria das vezes o casal não consegue ter ato sexual com penetração.
Pode ser conseqüência de uma educação rígida que provocou muitos tabus sexuais gerando conflitos psicológicos, conseqüência de traumas sexuais (estupro ou abuso sexual) ou de experiências sexuais anteriores que tenham causado sofrimento físico.
O diagnóstico é feito em geral pelo ginecologista, através do relato da paciente e também pelo exame ginecológico. O tratamento consiste em identificar e tentar modificar a causa do vaginismo.
Esse tipo de tratamento é feito por ginecologistas ou terapeutas sexuais, e consiste na realização de exercícios genitais com a intenção de conseguir o relaxamento da pessoa, tentando evitar que ocorra a contração no momento do ato sexual e no entendimento das causas psicológicas associadas.
Esse tipo de tratamento é feito por ginecologistas ou terapeutas sexuais, e consiste:
No entendimento das causas psicológicas
Na realização de exercícios genitais com a intenção de conseguir o relaxamento da pessoa, tentando evitar que ocorra a contração no momento do ato sexual.

A dispareunia é a dor genital que ocorre repetidamente antes, durante ou após o ato sexual.
As causas mais comuns são doenças ginecológicas (tipo corrimento vaginal ou alterações no formato da vagina) ou contração da musculatura vaginal durante o ato sexual, devido a conflitos psicológicos relativos à sexualidade.
O diagnóstico em geral é feito pelo ginecologista, também se faz pela análise das queixas da paciente e do exame ginecológico e o tratamento será de acordo com a causa, isto é, tratamento para a doença diagnosticada, feito em geral pelo próprio ginecologista ou tratamento com psicólogos ou psiquiatras, quando o problema for decorrente de conflitos psicológicos.
Disfunções Sexuais Masculinas
As disfunções sexuais masculinas mais comuns são: a disfunção erétil (impotência) e a ejaculação precoce.
A disfunção erétil conhecida como impotência, consiste na incapacidade em obter ou manter uma ereção que permita manter uma relação sexual, ou seja, o homem não consegue que seu pênis fique e permaneça duro e assim consiga ter relação sexual com penetração.
As causas mais comuns são:
 
Doenças como diabetes, pressão alta, colesterol alto
Traumas ou acidentes envolvendo a medula espinhal ou o próprio pênis
O fumo, uso de drogas e alguns medicamentos (principalmente aqueles usados para tratamento de problemas do coração)
Abuso de álcool
Causas psicológicas (medos ou tabus em relação à sexualidade)

O paciente poderá ser encaminhado ao urologista (especialista que trata esses casos), onde certos exames podem ser feitos para descobrir a causa da impotência.
O tratamento dependerá da causa. Para alguns casos de impotência existem medicamentos ou injeções intrapenianas, que deverão ser usados apenas com prescrição médica, pois são indicados para casos específicos. Próteses penianas ficariam como última opção, pois uma vez colocadas não há como retirá-las, e são indicadas apenas quando nenhuma outra opção funcionou.
É importante lembrar que muitas vezes fatores psicológicos podem causar disfunção erétil. Conversar sobre esses conflitos internos com psicólogo ou psiquiatra podem resolver o problema sem ser necessário outros tipos de tratamento.
A ejaculação precoce acontece quando o homem não tem controle sobre sua ejaculação, não conseguindo segurá-la até o final do ato sexual, o que leva a uma redução na sensação de prazer. Assim, a ejaculação pode ocorrer logo que o homem tem pensamentos eróticos e ereção, sem nem ocorrer a penetração, ou ainda logo após haver a penetração. A ejaculação precoce pode ser decorrente de causas físicas (doenças, traumatismos) ou mais comumente de problemas psicológicos. Quando o homem nunca teve controle ejaculatório, o mais comum é que seja por causas psicológicas (como ansiedade, primeiras experiências sexuais tensas ou ainda dificuldades no relacionamento do casal). Mas quando o homem tinha controle ejaculatório e passou a não ter mais, é necessário fazer exames com um urologista e neurologista, pois mais provavelmente a causa do problema é física. O tratamento depende da causa: tratamentos específicos para as doenças encontradas ou lesões diagnosticadas, feitos pelo urologista ou neurologista; ou psicoterapia (tratamento psicológico) para os problemas psicológicos, com psicólogo especializado em Sexologia..

sábado, 7 de novembro de 2015

O Trauma Nupcial é para Todos.





Não sou Freudiana, mas certa vez me deparei com a seguinte frase: 

"O primeiro trauma sexual se adquire na noite de núpcias"

Não demorou muito para que eu visse em que ponto a noite de núpcias seria traumática, também para os homens.
Com relação às mulheres virgens, não é difícil de entender todo o pavor desta noite tão importante. 
Muitas vezes, esse trauma começa dentro de casa ou no caso de religiões ortodoxas. A sociedade também colabora para que não seja um mar de flores esta noite tão especial. Historicamente falando, isso vem de séculos datados, (começou no século 18), a partir do conhecimento do que as pessoas faziam e como era tratado dentro de casa e pela igreja que sempre foi um pilar forte e exigente diante das pessoas.

O medo de sentir dor: por exemplo, é a primeira coisa que é encontrado nos relatos dessas mulheres que estão prestes a se casar.
Vai doer? Vai! Não vou mentir, mas é uma coisa suportável, uma pequena ardenciazinha, um desconforto, pois afinal de contas é um local sensível, intocado, que nunca foi ferido ou cortado, assim como um dedo ou uma perna, enfim. 
Na verdade, essa dor é também proveniente da tensão nervosa, o medo, a ansiedade, pensamentos embaralhados onde isso colabora com que o corpo não relaxe, a vagina se contraia mais e mesmo com a insistência e paciência do homem, a mulher vai sentir muito mais dor, as pernas se fecham e ai começa o terror.

Medo de ser rejeitada: Esse medo é também muito encontrado quando a mulher insegura de achar que não será suficientemente boa na cama para o esposo, que não conseguirá satisfazer suas vontades.
Bem, pra inicio de conversa, vc é virgem, não sabe de nada, uma tábula rasa. Seu esposo vai lhe ensinar tudo ou pelo menos parte, se assim vc desejar o que ele sabe.  Irá explorar áreas de prazer, onde algumas vezes transparecerá vergonha, encabulação, medo de fazer errado (a mulher). A rejeição, aparece quando o casal não se entende e o homem arrogante não tem capacidade de ajudar a esposa, impaciente, machista etc. Reclamar é muito fácil, mas ensinar é um campo de muita paciência e gosto. 
Por isso, quando escuto alguns homens que dizer que sua parceira é "mais ou menos na cama", venho logo com o discurso:

" Ela não é ruim na cama ou mais ou menos, é você que não soube ensinar tudo o que sabe ou é inexperiente e impaciente. A mulher é como uma esponja, ela absorve tudo o que está a sua volta. Se vc ensinar sobre o prazer corporal, ela irá tentar fazer até acertar. Então, se a sua esposa não é boa de cama a incompetência é de quem ensina".

Não conseguir dar prazer: Como citei acima, se o homem for paciente, compreensivo e inteligente, ele irá ensinar o que sabe para a esposa para o prazer de ambos. A mulher a priori, não precisa ter toda essa carga emocional, ela precisa estar atenta e aproveitar o momento.

Não ter um corpo atraente: Por mais que as roupas tampem o corpo, o homem não é cego e sim, observador. Se ele está casando com você, o corpo, a inteligencia, a amizade, relação de afeto, amor, foram coisas que entraram no quesito: Escolher esposa, mãe dos meus filhos. Atração sexual, aparece desde o primeiro momento em que as pessoas se conhecem, isso é fato. Tudo o que você pode fazer é, continuar sendo atraente para o seu esposo, saiba como e siga.

Grande parte de situações assim acabam ocorrendo as disfunções sexuais, incompatibilidade, não consumação do ato, anulação do casamento etc. 
As disfunções são na maioria das vezes psicológicas, a partir do momento em que mesmo depois da noite de nupcias o ato ainda não seja consumado, tem de se fazer uma análise do problema com o ginecologista, primeiramente. Após isso, o encaminhamento ao psicólogo especialista em sexologia. 

Sobre os homens, eu também observo uma carga emocional muito grande neste momento tão importante.
Medo de falhar, medo dela não gostar, tem que ter um ótimo desempenho, tem que ser paciente, tem que se mostrar homem.
Isso é muito proveniente na família e na sociedade, que ensinam q o homem tem de ser potente, forte, estar sempre pronto, não pode falhar etc. 
Essa carga toda também se transforma em medo e ansiedade, fora que ele tem der ser muito mais para sua esposa (macho, viril, forte), tem que mostrar serviço.
Muitos casos também de disfunções sexuais começam assim, inclusive também observando que a timidez, auxiliar a piorar a situação.

Desde que o mundo é mundo essas questões existem, mas nunca fomos capazes de encontrar um fundamento do por que isso acontece na grande maioria. São situações que remetem desde nossa infância e isso nos torna adultos traumatizados.

Foquei mais na virgindade, mas há casos também que, mesmo ter sido feito algo antes de se casar, tanto o homem e a mulher que já possuem uma certa experiencia, esses traumas também podem aparecer. às vezes fico pensando, que esse momento é tão importante após a oficialização do casamento, que mesmo assim a ansiedade fica fantasmagorizando as pessoas. Isso pode acontecer.

Mente livre, foco, confiança, segurança, paciência, amor e compreensão, são fontes importante para que não aja traumas. Basta trabalhar isso bem na sua cabeça!
Aproveite! Permita-se a ser feliz!




terça-feira, 25 de agosto de 2015

Deixa Isso de Lado e Viva O Que Vc Leva para a Cama!!!



O que as pessoas precisam deixar realmente de lado são:
O tamanho do pênis não é encarregado do prazer (tamanho não é documento). Os homens se queixam de seus membros e as mulheres ocasionalmente também, mas isso por intermédio da queixa masculina, pq na maiorias dos casos a mulher não liga para esse tipo de coisa.
A primeira vez dói. Bem, só dói mesmo se a menina estiver super tensa, nervosa pois, a musculatura interna da vagina se contrai, logo, óbvio que vai doer. Fora as preliminares, que os rapazes fazem são mais ligados ao fato do pênis estar ereto, alguns são pacientes e atenciosos e trabalham a região para ter uma lubrificação adequada.
O desempenho sexual de ambos. A primeira vez de um casal sempre é complicado, (sendo um virgem ou não). É a primeira vez, ponto. Ninguém fica 100%, sempre rola medo, indecisão, dor, incômodo, posições inadequadas para um ou outro e etc.
O pior habito é pensar que o outro não vai gostar e sair fora da relação. Acho que isso só pode acontecer quando há outras vezes ou alguma incompatibilidade de gêneros e gênios (rs). O homem tb fica nervoso, pois não é só o desempenho que está em jogo, é a idéia de proporcionar prazer, se mostrar aquilo que a mulher deseja (atenção, paciência, carinho). A mulher idém, além da idéia de dor. Então, o ideal e deixar se permitir, aproveitar o momento. Esqueça a idéia do melhor ou pior que isso não tem mais, permita-se a viver bem a relação.
Medo de brochar, medo de não conseguir dar prazer, são coisas naturais, acontece com a maioria e não é para se envergonhar. Se não conseguiu, tente novamente, melhore a preliminar, mas isso tb tem que partir de ambos. Não é só um se esforçar e o outro ficar olhando. A relação é a dois, então, a dois se faz algo melhor.
As fantasias sexuais são um problema, pois o homem é o que mais trabalha isso. A mulher, por anos a fio foi proibida e com isso vem a idéia de ser comparada a uma devasa. Todos tem o direito de criar algo legal para a relação. Sabe para que serve as fantasias? Para a rotina não vencer. Por isso que sou sempre a favor de muita conversar e muita troca de idéias na relação para que não haja problemas, dúvidas e medos.
Mulher larga ou apertada. Isso é uma questão que ambos se queixam, mais até os homens. Mas isso depende do corpo da mulher e também do grau de excitação. Existem casos em que a mulher está super excitada e a musculatura do canal dilata e existem outras que aperta. Os homens acham que a mulher larga teve muitos parceiros, por isso é assim e não. Desculpe, mas isso é machismo do passado, no tempo dos nossos bisavôs.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Libido e Desempenho Sexual.



Vi isso hoje no site do IG junto com o Jornal O Dia. 

Mas tenho minhas ressalvas sobre o assunto.
Não vou dizer que é bom ou ruim pois, não conheço ninguém ainda que experimentou.
Não gosto de usar medicamentos a não ser que o caso seja misto (psicológico e fisiológico) e eu tenho de indicar um endocrinologista ou urologista. Isso após um exame de sangue com os principais hormônios sexuais existentes, vendo que a libido está em baixa.
Sou a favor de métodos naturais, onde o paciente fazendo direitinho como o sexólogo indica e tendo força de vontade, a chance de haver uma melhora gratificante é bem grande em pouco tempo.
Procure um sexólogo em casos de falta de libido, impotência, ejaculação precoce, dispareunia, vaginismo, ejaculação retardada e anorgasmia.
Não tenha vergonha, pense no seu bem estar e no do seu paceiro (a).



http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-08-14/metodo-natural-aumenta-a-libido-e-o-desempenho-sexual.html

domingo, 8 de fevereiro de 2015

ENTREVISTA NA REVISTA O FLU

Bom dia, caros leitores!

Sei que estou muito sumida por aqui, nada de artigos, listas ou algo que possa ser de bom grado, mas sinceramente ando sem idéias, desgastada pelos afazeres domésticos e profissionais.
Preciso retorna ao meu ofício de blogueira, mas por enquanto não tenho muito para oferecer.
Fui entrevistada pela Revista o Flu, de Niterói sobre o tema: Eu resolvi Esperar.

Espero que gostem!
Bjs,
Lilian


http://www.ofluminense.com.br/editorias/revista/eu-escolhi-esperar

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DINFUNÇÕES SEXUAIS

    Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:
1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.
2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.
3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.
4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras "persistente ou recorrente" nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.
Subtipos
          Os subtipos são oferecidos para indicar o início, contexto e fatores etiológicos associados com as Disfunções Sexuais. Se múltiplas Disfunções Sexuais estão presentes, os subtipos apropriados para cada uma podem ser anotados. Estes subtipos não se aplicam a um diagnóstico de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral ou Disfunção Sexual Induzida por Substância. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar a natureza do início da Disfunção Sexual:
Tipo Ao Longo da Vida. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está presente desde o início do funcionamento sexual.
Tipo Adquirido. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual se desenvolve apenas após um período de funcionamento normal. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar o contexto no qual a Disfunção Sexual ocorre:
Tipo Generalizado. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual não está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros.
Tipo Situacional. Este subtipo se aplica se a Disfunção Sexual está limitada a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros. Embora na maior parte dos casos as disfunções ocorram durante a atividade sexual com um parceiro, em alguns casos pode ser apropriado identificar disfunções que ocorrem durante a masturbação. Um dos seguintes subtipos pode ser usado para indicar os fatores etiológicos associados com a Disfunção Sexual: Devido a Fatores Psicológicos. Este subtipo aplica-se quando fatores psicológicos supostamente desempenham um papel importante no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual, e condições médicas gerais e substâncias não exercem qualquer papel na etiologia da Disfunção Sexual.
Devido a Fatores Combinados. Este subtipo aplica-se quando 1) fatores psicológicos supostamente desempenham um papel no início, gravidade, exacerbação ou manutenção da Disfunção Sexual e 2) uma condição médica geral ou uso de substância também contribui, supostamente, mas não basta para explicar a Disfunção Sexual. Se uma condição médica geral ou uso de substância (inclusive efeitos colaterais de medicamentos) é suficiente para explicar a Disfunção Sexual, pode-se diagnosticar Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e/ou Disfunção Sexual Induzida por Substância.
Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero
          O discernimento clínico acerca da presença de uma Disfunção Sexual deve levar em consideração a bagagem étnica, cultural, religiosa e social do indivíduo, que pode influenciar o desejo sexual, as expectativas e atitudes quanto ao desempenho. Em algumas sociedades, por exemplo, o desejo sexual por parte da mulher recebe menor relevância (especialmente quando a fertilidade é a preocupação principal). O envelhecimento do indivíduo pode estar associado com uma diminuição do interesse e funcionamento sexual (especialmente em homens), mas existem amplas diferenças individuais nos efeitos da idade.
Prevalência
          Existem muito poucos dados epidemiológicos envolvendo a prevalência das várias disfunções sexuais, e esses mostram uma variabilidade extrema, provavelmente refletindo diferenças nos métodos de avaliação, definições usadas e características das populações amostradas.
Diagnóstico Diferencial
          Se o clínico considera que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma determinada condição médica geral, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral. Esta determinação fundamenta-se na história, achados laboratoriais ou exame físico. Quando se supõe que a Disfunção Sexual é causada exclusivamente pelos efeitos fisiológicos de uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina, o diagnóstico é de Disfunção Sexual Induzida por Substância. Cabe ao clínico investigar atentamente a natureza e extensão do uso de substâncias, inclusive medicamentos. Os sintomas que ocorrem durante ou logo após (isto é, em 4 semanas) a Intoxicação com Substância ou após o uso de medicamentos podem ser especialmente indicativos de uma Disfunção Sexual Induzida por Substância, dependendo do tipo ou quantidade da substância usada ou duração do uso. Se o clínico determinar que a disfunção sexual se deve tanto a uma condição médica geral quanto ao uso de uma substância, podem ser dados ambos os diagnósticos (isto é, Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral e Disfunção Sexual Induzida por Substância). Um diagnóstico de Disfunção Sexual primária com o subtipo Devido a Fatores Combinados é feito quando se presume o papel etiológico de uma combinação de fatores psicológicos e uma condição médica geral ou substância, mas nenhuma etiologia isolada é suficiente para explicar a disfunção. Se o clínico não consegue determinar os papéis etiológicos dos fatores psicológicos, de uma condição médica geral e do uso de uma substância, diagnostica-se Disfunção Sexual Sem Outra Especificação. O diagnóstico de Disfunção Sexual também não é feito se a disfunção é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., se a redução do desejo sexual ocorre apenas no contexto de um Episódio Depressivo Maior). Entretanto, se a perturbação no funcionamento sexual antecede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente, pode ser feito um diagnóstico adicional de Disfunção Sexual. Em geral, se uma Disfunção Sexual está presente (por ex., Transtorno da Excitação Sexual), Disfunções Sexuais adicionais também estarão presentes (por ex., Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo). Nesses casos, todos os transtornos devem ser diagnosticados. Um Transtorno da Personalidade pode coexistir com uma Disfunção Sexual. Nestes casos, a Disfunção Sexual deve ser registrada no Eixo I, e o Transtorno da Personalidade, no Eixo II. Se uma outra condição clínica, como Problema de Relacionamento, está associada com a perturbação no funcionamento sexual, a Disfunção Sexual deve ser diagnosticada, e a outra condição clínica também é anotada no Eixo I. Problemas ocasionais com o desejo sexual, excitação ou orgasmo que não são persistentes ou recorrentes ou não são acompanhados por acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não são considerados como Disfunções Sexuais.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Sexo e Menopausa




Busca da Qualidade de Vida Sexual na Maturidade
A Menopausa é a parada completa da menstruação. O Climatério é o período que compreende desde as modificações fisiológicas, que vão ocorrendo com a diminuição de produção hormonal por parte dos ovários, até culminar na menopausa.
O processo de envelhecer ocorre desde que nascemos, mas há maior preocupação com a idade quando nossas funções vitais vão sendo perdidas. A perda da capacidade reprodutiva nas mulheres é acompanhada por uma série de sintomas físicos ou emocionais. Fogachos (os calorões), suor excessivo, cefaléia, pele seca, entre outros, são comuns. Mas, no que tange à vida sexual, algumas modificações são mais condicionantes.
Com a chegada da menopausa o desejo sexual pode diminuir. Algumas mulheres que se sentiram obrigadas a manter relações sexuais por toda uma vida, justificam a perda da função sexual com o fim da menstruação. Usam a menopausa como escudo para não precisarem mais "servir" seus parceiros sem obtenção alguma de prazer.
Já outras mulheres experimentam uma melhora da vida sexual e de seu desejo com a parada do ciclo menstrual, pois não precisam mais temer a gravidez indesejada e geralmente não têm mais filhos pequenos que atrapalhem o sono ou que ocupem muito sua atenção ao longo do dia. Logo, é uma questão na qual o peso cultural tem grande influência.
Com a perda da produção de alguns hormônios na menopausa, a mulher fica com menos lubrificação vaginal, devendo ter maior cuidado durante o ato sexual. Quando a vagina fica seca, o atrito do pênis pode machucá-la, como também ao seu parceiro, além de poder provocar algumas infecções (vulvovaginites). O uso de cremes lubrificantes é aconselhável, bem como a possibilidade de reposição hormonal. Um outro fenômeno que ocorre é a perda da gordura localizada nos grandes lábios, fazendo com que a vagina diminua de tamanho e esteja mais propensa a sofrer dor no coito.
A fantasia deve ser muito utilizada para despertar maior prazer no ato.
O orgasmo da mulher menopáusica pode ser muito intenso, pois as terminações nervosas estão muito mais à flor da pele, literalmente falando, pois, como assinalado acima, a capa de gordura da região da vulva está diminuída.
Muitas mulheres experimentam um reflorescimento da vida sexual.
Recomendações
 
http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif
Use lubrificantes nas relações sexuais para evitar o desconforto e possíveis infecções vaginais.
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A reposição hormonal deve ser questionada para manutenção das características físicas femininas, prevenindo-se a pele e cabelos secos, mantendo o corpo arredondado nas formas femininas, bem como a voz. Consulte seu ginecologista.
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Procure climatizar o ambiente antes dos encontros sexuais: nem tão quente, nem tão frio para você e para seu parceiro.
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Aproveite o maior estímulo sexual de seu parceiro, procurando-o pela manhã (cedo), pois a maior disposição dele para o sexo pode ajudá-la a ter mais desejo e a ser mais estimulada.
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Com o surgimento de problemas sexuais de inibição, falta ou dificuldade de se chegar ao orgasmo, não deixe de procurar um terapeuta sexual que pode lhe proporcionar muitas orientações e técnicas para usufruir melhor de sua sexualidade.
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Caso surjam sintomas de tristeza, desânimo intenso, fadiga, irritabilidade, baixa auto-estima, procure imediatamente uma orientação com psiquiatra, pois nessa fase, com as alterações hormonais, os Transtornos de Humor (Depressão) não são raros.


domingo, 1 de dezembro de 2013

1 de Dezembro de 2013 - mais um ano sem nada de novo para contar!


"O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll"
(Cazuza - Ideologia)
1 de Dezembro de 2013 - Dia mundial de Combate a AIDS.
As pessoas estão se conscientizando??Não. Não existe uma conscientização quando se tem propagandas alertando sobre o uso de preservativo passando SOMENTE no carnaval (alias, tenho que patentear as coisas que falo e escrevo, nesse artigo embaixo a médica falou exatamente o que sempre falei),Não existe e não vai existir um trabalho focado e uma boa injeção de informações sobre o assunto. Muitas escolas ainda proíbem a educação sexual em seu quadro de matérias, as famílias estão cada vez mais sem tempo de ensinar, a mídia tem cada vez menos espaço para coisas importantes...Eu pergunto: Onde as pessoas terão consciência e informações para estarem aprendendo a se cuidar e prevenir sobre um mal? Propaganda custa caro, impressão de livros, panfletos explicativos custa caro, anunciar que camisinhas são distribuídas em postos de saúde e hospitais públicos (coisa que a maioria não sabe disso) deve ser preguiçoso falar sobre, passar informação para as pessoas aprenderem a viver mais não é interesse do governo, na verdade, não é interesse de ninguém!!!
É mais saudável saber que semana que vem terá show das poderosas do que pegar um livro para ler, pesquisar, cuidar do corpo e da vida. 
O Virus cresce pq é alimentado e fortificado pela ignorância.

http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-12-01/numero-de-mortes-por-aids-diminui-mas-o-de-infectados-por-hiv-aumenta.html

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Orgasmo

Orgasmo...Palavra de grande significado e dor de cabeça maior ainda para muitos homens e mulheres que não compreendem o por quê de não conseguirem atingir esse mínimo de carga/descarga bioenergética. A falta de orgasmo é muito mais psicológica do que orgânica, casos como a anorgasmia (ausência de orgasmo dividida em primaria e secundária), vaginismo (fechamento do canal vaginal) e dispareunia (dor na relação). Tratamentos existem e muitas pessoas se sentem desconfortáveis em procurar ajuda pois, falar de algo assim é vergonhoso, intimidador, doloroso e acaba doendo ainda mais por não se permitir. Procurar ajuda não é sinal de impotência por não conseguir resolver o problema, é sinal de coragem e força de vontade.
O orgasmo, sua ausência geralmente são questões sociais, familiares e culturais, todas repressoras. Sem contar a couraça caracteriológica que a própria pessoa desenvolve.
Procurando ajuda profissional, atendendo a pedidos caso a necessidade de fazer exercícios, aprendendo a trabalhar seu ego, suas tensões e melhorando sua ligação com o parceiro, sem contar com o aumento da auto estima, tb o fato de se desprender desta busca e se permitir ao ato, essa terminação nervosa, esse choque quase que imperceptível poderá acontecer....Permita-se, sinta-se bem consigo e com o mundo a sua volta! É assim que o orgasmo começa...

quarta-feira, 13 de março de 2013

O que está acontecendo com as Mulheres??



Esta foi a pergunta que fiz hoje passeando no shopping com meu esposo quando me deparei com um livro na vitrina que se entitulava: “ Diário de Uma Submissa”, não vi nem quem era a autora (claro que é autora!). Comecei a discutir sobre a evolução sócio-bio-psiquico-sexo-cultural do que está acontecendo no atual universo feminino e o que constatei não foi nada legal de ver.


Primeiramente, vamos analisar as conquistas femininas durantes séculos, anos e anos de história geral. Isso irá clarear e fazer com que as idéias se sintam divididas.

Só por alto temos direito a educação (1927), direito a ter ensino superior (1879), direito ao voto (1932), direito a ser uma esportista (anos 40), remuneração igual ao homem (1951) – mas parece que isso ainda não funcionou – Pílula Anticonpepcional (1960), Estatuto da mulher casada (1962) que garantia a mulher não precisar da aprovação do marido para sua vida social e trabalhista, criação de centro de auto defesa e atendimento psicológicos em grupos (1980), A primeira delegacia da Mulher é criada (1985), Criação dos Direitos da Mulher (1987), Cotas de 20% das mulheres dentro do Congresso Nacional (1996), Sancionada a Lei Maria da Penha (2006)...E por ai vai.

O que citei acima é apenas um resumo, muito bem resumido das conquistas femininas durantes anos, isso sem contar a liberdade musical e literária e, também, se não menos importante, a liberdade sexual que foi trabalhada para ser construida após séculos de repressão, abuso, exploração e despersonificação do EU feminino.

Inquisição: mais de 600,000 mulheres assassinadas, queimadas pela igreja que alegava o ato de bruxaria feito por estas. O melhor disso são os métodos que os inquisidores utilizavam para identificar tais criaturas e fantasiavam seus atos crueis (leia-se parteiras, curandeiras, viuvas etc). A inquisição acabou sabem como??Simplismente acusaram a esposa do governador da Espanha de bruxa, automaticamente após isso acabou o inferno.

Prostituição: Uma das profissões mais antigas do mundo nunca foi vista com bons olhos pela sociedade, mas ela bem que usava muito bem seus serviços. Depois de muitos anos hj a prostituição ganhou carteira assinada e um contrato de lei no ministério do trabalho do Brasil.

Mas antes disso, julgar a mulher pelos seus atos era muito fácil, não somente as prostitutas, mas a mulheres “facéis”, autênticas e independentes do homem, estas por sua vez pagaram um bom preço pela liberdade, mas ajudaram muitas mulheres a enchergar o mundo em que viviam com outros olhos, ai é que começa a revolução sexual, onde a mulher reprimida, de boa casta, sujeita a dar prazer ao marido e cuidar do lar e da prole, sem ao menos poder exercer algum direito em vóz e corpo ativo.

Na década de 40 foram criados livrinhos de bolso entitulados “Romances Cor-de-Rosa” (Os famosos Julia, Bianca, Sabrina etc vendidos até hj em bancas de jornal), a idéia desses livros era romantizar o relacionamento, criar um mundo fantasioso para a mulher de um homem lindo, rico, inteligente, interessante e completamente louco de amores por ela. É uma literatura bastante fantasiosa, haja a vista que os homens não foram criados de uma maneira romântica, vivemos em uma sociedade machista que se diz matriarcal, mas esse estado é ainda hoje postado como os homens é que mandam nos negócios, na casa, nas finanças, no prover etc.

Anos se passaram e em 2012 uma autora chamada E.L.James, criou uma trilogia chamada “50 Tons de Cinza”, a idéia era de colocar pimenta no relacionamento entre homem e mulher e esquecer a idéia dos romances cor-de-rosa. Sim, mas a idéia não foge muito a regra dos livros dos anos 40, pois o homen é lindo, rico, sedutor, só colocou mais dois elementos na personalidade: Intocável e dominador, o que não é muito diferente dos padrões masculinos ainda vividos hoje.

As mulheres piraram e o livro vende feito água em época de seca. Observei o estilo de mulher que procurou hoje esse tipo de leitura, infelizmente vi que são mlheres na faixa de 26 a 47 anos, algumas solteiras outras casadas, mas cansadas de sua relação, mulheres que buscam uma libido que outrora desapareceu com o tempo, mulheres mal cuidadas fisicamente, a estatura financeira varia (vai da crobradora de ônibus até uma médica renomada).

O que está acontecendo com as mulheres? Tive de ler esse livro para compreender por que o alvoroço que está acontecendo e percebi que esse livro é uma farsa, me desculpem quem está subindo nas paredes com Christian Grey, mas é isso que as mulheres querem? Continuar sendo submissas a uma relação!?

Submissão virou moda, chicotes e bracedeiras viveram utencílios de prazer? Desde que o mundo é mundo o fetiche está ai e seus apetrechos sempre foram símbolo de perverssão, medo, prazer, insegurança, “doença” (até porque fetiche só é classificado como doença a partir do momento em que vc não consegue se livrar dele e este por sua vez atrapalha sua vida social).

Não estou criticando que lê o livro e muito menos a autora, mas que este por sua vez veio com uma idéia de mostrar a mulher que ela tem de ser e continuar submissa ao homem porque é gostoso, legal e prazeiroso é coisa quem nem a idade média fazia.

Concluido: Fizemos tanto para conseguir nosso lugar ao sol dentro das questões sociais, familiares, trabalhistas, biológicas e políticas. Traçamos metas na histórias e conseguimos tanta coisa dentro de um longo espaço de tempo, para que um dia uma autora vem e escreve que o maior prazer da mulher é ser submissa ao homem e da maneira que ele desejar.

Pense bem nisso! É isso que as mulheres querem???



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Bissexualidade




Já se ouviu falar muito em aquela pessoa que gosta tanto de se relacionar com homens, como com mulheres e que “recebem” o nome de gillete. Gillete? Ora a gillete não corta para os dois lados? Então? É mais ou menos assim que é vista a pessoa bissexual. Mas isso é uma conotação do senso comum. A realidade da bissexualidade é bem mais ampla e complexa.
A bissexualidade tem como característica, um homem sentir-se atraído afetiva-sexualmante por mulheres, mas também para com os homens, sendo que o mesmo pode acontecer com as mulheres, ou seja, podem sentir atração por homens e por mulheres, e isso não significa um a relação ao mesmo tempo, ou seja, estar com os dois sexos. Ah! E não é por ai, como deve estar pensando, e sim com cada sentimento ao seu tempo, em seu lugar, digamos que no coração de um bissexual, tem lugar para amar todos.
Para os heterossexuais, a bissexualidade, é “coisa de gente sem vergonha”, e para os homossexuais, é “coisa de homossexuais mal resolvidos”.Nem preciso salientar aqui, que o preconceito diante da bissexualidade fica extremamente escancarado, e rodeado por todos os lados.
Esse assunto merece todo nosso respeito, pois é uma parte da sexualidade que traz uma idéia de mistério e ate mesmo de fascínio, digamos que pode ser considerado intrigante.
Mas vejamos:
Ninguém nasce com idéia formada sobre sua vocação sexual. A bissexulaidade não pode ser vista como uma escolha, ate porquê ninguém nasce sabendo o que vai ser, o que quer ser, e isso nos já estamos cansados de saber, mas tentar entender se torna mais difícil, pois a mente das pessoas carrega muito preconceito, e isso impede a compreensão dos mistérios da sexualidade humana.
Biologicamente, se nasce homem ou mulher, seres fisicamente perfeitos e definidos aos olhos da sociedade. Mas o comportamento, ira tomar sua forma, diante de todas as influencias possíveis, dentro do contexto a que esta inserida, ou seja, diante do ciclo bio-psico-social.
Na chegada da adolescência, onde as descobertas com o próprio corpo começam a surgir, as vontades, os desejos, as curiosidades sobre o sexo estão exalando hormônios, é que tudo se torna mais complicado, porque, esse já é um período conturbado para os adolescentes, ainda mais sobre as duvidas sobre a sua própria sexualidade, que esta no auge de sua formação.
O que pensar, por exemplo, quando um rapaz tem lá suas vontades de estar com meninas, mas de repente seu pensamento é invadido por uma sensação estranha de querer estar também com um outro rapaz, seu colega da escola. Nossa? O que estaria acontecendo? Ele é um maluco? Esses e outros questionamentos irão permear a mente desse individuo por um bom e longo tempo, pois esta em conflito com suas escolhas sexuais.
Digamos que esse rapaz já tenha experimentado o sexo com seu oposto, ou seja, com mulheres, mas fica sentindo que algo ainda lhe falta. Inicia-se então, uma busca incessante pela “pessoa certa”, pois a idéia que tem sobre o que ta se passando com ele, seria de “encontrar essa pessoa certa”.
Porem seu desejo pelo mesmo sexo, continua ali presente, mas ele reprime e acaba sublimando tudo isso. É um processo lento e talvez doloroso, pois já não é alguém tão igual aos rapazes da sua idade, e a sociedade, como sempre, recrimina os diferentes, e o medo de ser diferente impede a tomada de decisões, por isso o bissexual pode ficar vários anos “em cima do muro”.
Mas, essa pessoa, percebendo em si a falta que faz ter a outra parte que lhe completa, que seria aqui uma pessoa do mesmo sexo, ele então, já se identifica como um ser bissexual e ira ter que encarar os sentimentos que tem e tentar viver da melhor forma possível com isso. Se essa pessoa se deixar sofrer muito pelo preconceito, o que, depende do seu modo de ser, ele vai acabar sofrendo duplamente, pois se deixar um ou o outro sexo de lado, ira se sentir um eterno incompleto.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Songs For Love

Jean Grey and Logan


Hj, Dia dos namorados!
Decidi mais uma vez postar uma lista das 20 mais do meu HD! (Pode até reclamar, mas vai por mim, se eu colocar tudo o que tenho, vc não terá tempo de baixar até hj a noite!!!).
Bjs


1- George Benson - In your Eyes
2- Anika Baker - Sweet Love
3- Lionel Ritchei & Diana Ross - Endless Love
4- Kiss - Reason To Live
5- Whistesnake - Is This Love
6- John Lennon - Woman
7- Adrian Gurvitz - Classic
8- Air Supply - Making Love Out of Nothing at All
9- The Bangles - Eternal Flame
10- Barbara Streisand & Neil Diamond - You Don´t Bring Me Flowers
11- Bif Naked - Lucky
12- Brenda Russel - Piano in the Dark
13- Chris De Burgh - Lady in Red
14- Cindy Lauper - Time After Time
15- Dirre Straits - Your Latest Trick
16- Elton John - I want Love
17- Eros Ramazzotti & Tina Tunner - Cose Della Vitta
18- Jim Diamond - I Shoud Have Know Better
19- Leo Sayer - More Than I Can Say
20- Madonna - Love Song

sábado, 7 de abril de 2012

Matéria do Site sobre a Palestra que Participei em Macaé













http://www.macae.rj.gov.br/noticias.php?page=leitura&idNoticia=26115

http://www.macabunews.com.br/ver_not.php?id=57642&ed=Geral&cat=Not%EDcias


Geral - 05/04/2012 - 11:09 
Dia Mundial da Saúde é marcado por Encontro de Educação Afetivo-Sexual 

A mobilização pelo Dia Mundial da Saúde, que é comemorado no sábado (7), foi antecipada para quarta-feira (4), com a realização do Encontro Municipal de Educação Afetivo-Sexual. A programação, desenvolvida pela Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria de Educação, envolveu profissionais da pasta, dirigentes, professores e parceiros da secretaria com estudos dirigidos voltados para reflexão e conscientização do tema “Orientação Sexual”. O evento aconteceu no auditório da Cidade Universitária e contou com palestras.
- A Educação tem como principio básico formar cidadãos conscientes. Por isso, é nosso papel oferecer aos profissionais da rede municipal meios para que possam ser multiplicadores de conhecimentos acerca deste tema, já que a informação pode prevenir muitos problemas. O objetivo é sensibilizar a todos sobre a importância deste assunto, afirmou a vice-prefeita e secretária de Educação, Marilena Garcia.
Durante o evento, a psicóloga, sexóloga e educadora Lilian Santos Aldeia ministrou a palestra “Papel da Família, da Escola e da Mídia na Educação Sexual”. Na oportunidade, foram abordadas situações apontadas por ela como cada vez mais comuns nas escolas de todo país, como gravidez na adolescência e vida sexual precoce:
- Cada vez mais esses assuntos devem ser abordados e refletidos por pais, professores e profissionais da Educação. O apoio da família é essencial para que situações como estas contem com a base da família. Sabemos que muitos pais não conseguem dialogar e nem apoiar os filhos em questões que envolvam gravidez e vida sexual. Portanto, o papel dos professores é essencial para integrar e reforçar este elo entre pais e filhos, explicou a psicóloga. Ela lembrou que estes fatores são muito comuns e considerados geradores da problemática social que atinge a maior parte das famílias.
Além da palestra, o evento também contou com a abertura do projeto “Quebrando tabus”, que visa realizar palestras, oficinas e estudos dirigidos voltados para os temas transversais como “Diversidade” e “Orientação Sexual”. A previsão é que o projeto inicie no segundo semestre com estudantes do 4º ao 9º anos das unidades municipais de ensino.
Para a subsecretária de Saúde, Cultura, Esporte e Meio Ambiente, Cláudia Márcia Alves, a programação pontuou questões primordiais que devem ser trabalhadas e repensadas pelos que atuam na Educação: “No ano passado, o Dia Mundial da Saúde foi marcado pela abordagem quanto ao “Bullyng”. Já este ano, a equipe pedagógica escolheu os assuntos “Orientação Sexual” e “Gravidez na Adolescência” como temáticas que devem ser alvos de ações e reflexões de professores, diretores e, sobretudo, pais e responsáveis pelos estudantes”, ressaltou.
Durante o encontro, foram apresentados aos participantes os conteúdos dos kit´s “Saúde e Prevenção nas Escolas”, material didático produzido pela Secretaria de Vigilância e Saúde e os ministérios da Saúde e Educação. Os kit´s contam com seis fascículos que abrangem orientações e sugestões de atividades que podem ser trabalhadas e multiplicadas pelos professores durante o processo ensino-aprendizagem.
Fazem parte do material temáticas como “Sexualidades e Saúde Reprodutiva”, “Gêneros - diferença entre os sexos masculino e feminino”, “Metodologias - Saúde e Prevenção”, “Diversidades Sexuais - Saúde e Prevenção nas Escolas”, “Prevenção das DST: HIV e Aids” e “Álcool” e outras. A previsão é que o material seja distribuído nas escolas municipais a partir da segunda quinzena de abril.
Satisfeita, a orientadora pedagógica do Colégio Municipal Wolfango Ferreira, Karina Nogueira, afirma que o “Encontro de Educação Afetivo Sexual” foi essencial não apenas para ela, mas para os alunos da unidade em que atua: “Reflexões e estudos que envolvem a sexualidade são mais que relevantes, pois o contexto educacional que faz parte da nossa realidade nos faz encarar questões como estas diariamente”, diz Karina.
A orientadora Maria de Francisca Barbosa confirma que os kits serão primordiais: “A abordagem do encontro é importante para se trabalhar em palestras e encontros com os pais dos alunos”, pontuou.
Os participantes ainda assistiram apresentação cultural do grupo “Portadores da Alegria”, formado por portadores de necessidades especiais. De acordo com a Coordenação de Saúde Escolar, ações e formações continuadas que enfocam temas como saúde e sexualidade nas escolas serão cada vez mais constantes nas unidades municipais de ensino.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A TERAPIA SEXUAL NO TERCEIRO MILÊNIO


Terapia Sexual - trabalhada por sexólogos formados e autorizados pelo CRP. É um tratamento válido e pode ajudar além mais.

Novas perspectivas, velhos conflitos: atacando nos dois lados.

Hoje em dia se vê a medicina como a Era das Pílulas! Milhares de novas medicações entram no mercado. No entanto, será que aquela velha história de existir um Elixir do Amor é verdadeira? Os grandes laboratórios dizem que sim e têm despejado uma série de produtos a cada ano. O que é real nisto tudo?

Os problemas sexuais podem surgir de uma série de causas diferentes. Podem ser desencadeados por problemas físicos (orgânicos) e/ou emocionais (psíquicos). Na verdade, não seria errado dizer que as causas se somam. E saber a natureza do problema é por demais importante, pois só assim podemos decidir que tipo ou linha de tratamento devemos indicar.

Mas atenção! Todo cuidado é pouco. O uso desses medicamentos sem acompanhamento médico pode prejudicar a saúde de quem está justamente procurando ajuda. Procure um psicólogo especializado em sexualidade humana e divida essa responsabilidade com quem mais entende a respeito de seu problema. Não se exponha a procedimentos invasivos sem ouvir uma segunda opinião! A cirurgia nos problemas sexuais é uma das últimas alternativas de tratamento, não sendo eficaz para a maioria das disfunções sexuais.

Quais são as linhas de tratamento?

Tratamento Medicamentoso

Não é uma panacéia milagrosa, mas, se usado com indicação médica, seriedade e esclarecimento de seus possíveis efeitos indesejáveis, pode trazer muitos benefícios e até mesmo a cura. Pode ser utilizado isoladamente ou em combinação com uma das técnicas de psicoterapia, trazendo bem melhores resultados desta forma.

Alguns medicamentos que podem ser utilizados são os chamados antidepressivos, as prostaglandinas, a fentolamina, a papaverina, o sildenafil (Viagra) e alguns hormônios (em casos orgânicos), entre outros. Cada medicação deve ser escolhida de acordo com o perfil do paciente e de suas condições gerais de saúde.

Tratamento Psicoterápico

Nem todo o transtorno sexual responde bem à medicação. Não é raro se tentar o uso de um remédio e ele não funcionar no primeiro momento, trazendo uma série de efeitos indesejáveis e até uma piora no estado do paciente. Não é fácil para ninguém dividir a intimidade de sua vida sexual, ainda mais quando se tem vergonha e constrangimento devido a pouca abertura na educação e na tradição, tanto familiar, quanto social.

A psicoterapia é um método de tratamento muito efetivo, trazendo ótimos resultados. Pode ser feita com o casal ou individual. Uma vez iniciada, ocorre um preparo da pessoa para que ela entenda o que está acontecendo na sua vida sexual, dando-se conta das reações de seu corpo frente a situações negativas sexualmente falando.

Existem várias formas de psicoterapia, mas as mais indicadas para os transtornos sexuais são a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, Focal,  Orientação Analítica, Reichiana e o Psicodrama. Busca-se o clareamento de conflitos internos e de preocupações íntimas e profundas que inibem a vida sexual. A técnica Cognitivo-Comportamental emprega tarefas e exercícios sexuais. A técnica Focal e de Orientação Analítica, oferece interpretações e confrontos ao paciente para que ele se dê conta de suas repressões, com o intuito de mudanças. A psicoterapia Reichiana trabalha com a liberação e o desempenho corporal atravéz de exercícios que podemos fazer em casa. O Psicodrama usa exercícios de teatro e vivências para elaboração dos problemas individuais e interpessoais. Lembrando que, os sexólogos Masters & Johnson foram os pioneiros em técnicas de exercícios para o bem estar sexual. Todas as técnicas são trabalhadas e o psicólogo pode passar o exercício de acordo com o problema da pessoa.

Na medida em que a psicoterapia se desenvolve, surge maior confiança entre o terapeuta sexual e o paciente. Desta forma, quando a medicação é prescrita, é muito melhor tolerada. A confiança no psicólogo é fundamental.

Tratamento Cirúrgico

Essa é a última opção de tratamento para os transtornos sexuais. Geralmente é indicado quando há confirmação de algum problema físico ou quando todas as outras formas de terapia falharam. Em diabéticos crônicos, por exemplo, a prótese peniana tem sido uma forma de recuperar a função sexual e a auto-estima. Mas a exposição a esse tipo de tratamento tão invasivo deve ser obrigatoriamente acompanhada por uma equipe, principalmente por um terapeuta sexual, garantindo a diminuição dos índices de fracasso terapêutico.

Hipnoterapia, Ortomolecular, Neurolinguística, Terapia de Vidas Passadas.

Carecem de comprovação cientificamente aceita para o tratamento dos transtornos sexuais.

Método Tântrico de se chear até o rgasmo. Isso é possível?? Não comprovado, não autorizado como base de tratamento científico.