"O amor, o conhecimento e o trabalho, são fontes de nossas vidas. Deveriam também governá-los". - Wilhelm Reich







Mostrando postagens com marcador adolescentes. Mostrar todas as postagens
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sábado, 5 de janeiro de 2019

Atendimento Online

Agora com a nova resolução do Conselho Federal de Psicologia, nós psicólogos, podemos atender online, vc sabia?

Não precisa sair de onde vc está, seja no carro, no metrô, em casa ou nas férias.
Atendo via Wathsapp, Zoom, Skype. Via voz, mensagens ou videos.
Venha entrar em contato comigo e marcarmos uma hora!!!

Pagamento via depósito bancário com apresentação do boleto fotografado!

Valor??? R$ 200,00 - Metade do que vc pagaria no presencial e mais os gastos de locomoção.
Por Wathsapp não há tempo limitado e vc pode entrar em contado de Segunda à Sexta até 23h. Finais de semana em casos de Emergência, sem adicional.

Não perca tempo! Comece o ano bem!!!

Aguardo vc!

sexta-feira, 8 de junho de 2018

ATENDIMENTO ONLINE



Se vc tem dificuldades de conseguir um psicólogo na sua região ou até mesmo chegar até o profissional devido a vida atribulada do dia-a-dia, mas deseja fazer terapia, nós podemos te ajudar.
O APP Fala Freud é autorizado pelo Conselho Federal de Psicologia, com vários profissionais de vários locais do Brasil. É fácil de instalar, procurar um profissional espacializado para cada caso.
Não desista de ser feliz e estar bem consigo próprio e com o mundo a sua volta!
Eu, sou Lilian Santos, Psicóloga e Sexóloga, com espacialidade em Depressão, Ansiedade, Disfunções Sexuais e Compulsões em Geral.
Me procure no Fala Freud!

https://www.falafreud.com/?gclid=Cj0KCQjwxtPYBRD6ARIsAKs1XJ4SlJJuGe8cXAmdfIdUj8qx4pLjgD9Z_ofoevooCDwoiD5F6zKuCkIaAoHcEALw_wcB

segunda-feira, 23 de abril de 2018

PSICOLOGIA & SEXOLOGIA POPULAR

Agora com novo endereço.

Liguem e maque sua consulta, lembrando de falar sobre o anuncio publicado.
Obrigada, Lilian Aldeia

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Adolescência e Saúde Mental



A SEXUALIDADE E O ADOLESCENTE COM DEFICIÊNCIA MENTAL

Os autores atuais, impulsionados pelo aparecimento da pílula anticoncepcional nos anos 1960, a epidemia de HIV/AIDS e os estudos de gênero no início dos anos 1980, trouxeram novas investigações sobre práticas e representações da sexualidade. Hoje se observa maior flexibilidade em relação a novas práticas sexuais, embora se mantenham alguns valores tradicionais em determinados grupos populacionais(1). Maior liberdade sexual pode ser encontrada em alguns núcleos da sociedade nos quais, por exemplo, a masturbação não é mais considerada perversão, assim como a virgindade não é tão valorizada(4).

Se uma grande parte dos adolescentes é beneficiada por uma visão contemporânea mais libertária da sexualidade, como defende Parker(10), essa não é a realidade para os que têm deficiência mental, pois a maioria não tem sua sexualidade reconhecida. Dessa forma, esses adolescentes integram o senso comum de que não possuem sexualidade ou, quando a têm, essa se manifesta de forma exacerbada e, portanto, necessita de controle.

Glat e Freitas(3) avaliam que esse estereótipo é uma extensão da representação social da deficiência mental, que vê esse indivíduo entre dois extremos: como "um ser demoníaco" ou como "uma eterna criança"(3).

Na adolescência, nos indivíduos com deficiência mental, existe um contraste entre a transformação do corpo infantil em um corpo adulto e a continuidade de uma função imatura no que se refere à cognição, à comunicação e ao domínio social(2). A pouca semelhança com os outros adolescentes sem deficiência pode se acentuar, pois sendo uma época em que se percorre acintosamente o caminho para a identidade adulta, para os que têm deficiência esse percurso não é fácil. A adolescência se prolonga, frustrando muitas vezes as expectativas dos pais e do próprio adolescente(8).

Muitos acreditam que a deficiência cognitiva está associada a um déficit sexual. Isso decorre das poucas evidências sistematizadas da sexualidade de pessoas com deficiência mental devido à maior dificuldade de obtenção de dados por meio de entrevistas(7).

A conduta sexual de pessoas com deficiência mental é variável, visto que depende do nível de seu comprometimento intelectual, do apoio familiar e da estrutura social. Indivíduos com comprometimento intelectual muito importante de modo geral têm uma conduta sexual predominantemente indiferenciada, sem o estabelecimento de relações interpessoais, com o objetivo apenas de satisfação de seus impulsos sexuais. A manifestação de sua sexualidade geralmente restringe-se à manipulação dos genitais. Os que apresentam deficiência moderada podem ter um relacionamento interpessoal, mas sem que existam conteúdos afetivos e culturais que caracterizem uma relação adulta. Aqueles com deficiência mental leve estabelecem relações de amizade, podem ter relações íntimas e, em algumas situações, até mesmo constituir famílias. Contudo deve ser ressaltado que, embora a possibilidade de constituição de família seja referida, não estão disponíveis trabalhos sobre o tema(13).

Para Melo e Rodrigues(9) o estabelecimento de relações sexuais afetivas só atinge aqueles cuja deficiência compromete muito pouco suas competências, pois, geralmente, nessa área eles sofrem interdições de seus familiares e da sociedade em geral. Essas restrições resultam em menor autonomia e poucas possibilidades de escolhas.

Nega-se a possibilidade de que pessoas com deficiência mental possam exercer sua sexualidade de forma plena e prazerosa. A essa negação se incorpora o que foi chamado por Strickler(11) de um "cobertor virtual de silêncio". A sexualidade está presente, mas para que fique "esquecida" é melhor evitar falar no assunto. Considera-se que o obstáculo para uma vida amorosa plena e satisfatória encontra-se pouco associado ao coeficienteintelectual ou ao problema neurológico presente. Essa restrição encontra-se, principalmente, na dependência da infantilização e do isolamento social a que se encontram expostos(3).

Muitas condutas consideradas "desviantes", como masturbação, voyeurismo e exibicionismo, podem ser compreendidas dentro do processo do desenvolvimento sexual. O que se questiona é se os problemas de comportamento sexual observados em algumas pessoas com deficiência mental não estariam relacionados à dificuldade de perceber e interpretar as exigências do meio social, que não coloca com clareza as mensagens que quer passar.

A masturbação é um tema de destaque nas discussões sobre sexualidade e deficiência mental. Merece atenção e orientação o caso em que essa prática se dá de forma compulsiva ou em público, muitas vezes conseqüente a uma educação sexual inexistente ou ineficaz. Nessas situações também deve ser pesquisada a possibilidade de abuso sexual.

Muitos acreditam que as pessoas com deficiência mental são seres assexuados que não irão entender ou necessitar de educação sexual, portanto não precisam recebê-la. Na realidade, vários trabalhos atestam que isso não é a realidade, já que, como afirmado anteriormente, a sexualidade se desenvolve da mesma forma nos indivíduos com e sem deficiência, na grande maioria dos casos(12).


A CONSULTA: ABORDAGEM DOS ASPECTOS SEXUAIS

Na consulta de adolescentes com deficiência mental, questões que promovam sua saúde e que também contribuam para a prevenção de agravos a ela devem ser abordadas. É importante ressaltar que o sigilo médico, quesito tão importante em uma consulta de adolescentes, nem sempre poderá ser respeitado. Portanto, compreendendo a sexualidade como parte integrante da saúde do indivíduo, esse item deve ser contemplado no atendimento, favorecendo assim o desenvolvimento sexual harmônico, e também para que o exercício da sexualidade ocorra na ausência de discriminação, coerção e violência.

Com muita freqüência os pais têm dificuldade em falar sobre o tema, que dificilmente aparecerá espontaneamente na consulta. Compete ao profissionaltrazer o assunto para o debate e, quando possível, incluir os adolescentes na discussão.

A família e a escola seriam os locais mais indicados para o fornecimento de informações e reflexões sobre a sexualidade, pois a educação sexual vai sendo dada diante das oportunidades que se apresentam. Mas o que se observa é que a tarefa não é exercida a contento, muitas vezes existindo a expectativa de que essa responsabilidade seria do médico, que deteria o conhecimento tanto do corpo biológico quanto do erótico.

A efetivação de uma relação sexual nem sempre é a maior preocupação desses adolescentes, sendo o auto-erotismo a prática sexual mais freqüente. Em função dos medos que existem em relação ao onanismo, a repreensão freqüentemente é utilizada como modo de inibir essa atividade, por se considerar que a prática poderia estimular o adolescente a buscar outras formas de satisfação sexual. Aos pais deve ser assegurada que tal atitude é compatível com essa etapa do desenvolvimento.

Entre os dados de anamnese é importante se questionar sobre as manifestações da sexualidade, como a masturbação, e a possibilidade de relação sexual espontânea, assim como reconhecer se a pessoa com deficiência corre o risco de sofrer abuso sexual. Por mais difícil que seja a abordagem do tema, é importante saber se existem familiares com problemas de alcoolismo e/ou uso de outras drogas, visto que esses fatores favorecem a prática de atos violentos.

Embora a deficiência mental por si só não seja um fator de vulnerabilidade ao abuso sexual(5), durante a consulta é importante que se investigue se há fatores de vulnerabilidade associados a essa forma de violência. Entre esses fatores destacamos o uso abusivo de substâncias químicas por uma pessoa que goza da confiança do adolescente, pois freqüentemente a violência é cometida por um dos cuidadores do adolescente com deficiência mental, devido à desigualdade de poder nas relações familiares.

Também é importante que se conheça o nível de autonomia do adolescente. Quanto mais autônomo, maior a possibilidade de que ele estabeleça relações amorosas e até mesmo sexuais. Diante dessa possibilidade, deve-se orientar a contracepção, assim como instruí-lo sobre o uso do preservativo (condom).

A sociedade tem algumas exigências quanto ao comportamento sexual dos indivíduos, portanto a socialização de adolescentes com deficiência mental pode ser dificultada pela exacerbação da impulsividade própria da adolescência, além do seu menor senso crítico. A consulta é uma boa oportunidade para mostrar a eles o que é público e o que é privado. Entretanto, essa compreensão nem sempre é facilitada pelos pais, que raramente garantem sua privacidade, principalmente por insegurança e temor. Além disso, muitos são infantilizados por seus responsáveis. Nessa abordagem deve ser utilizada uma linguagem adequada, conforme o nível cognitivo de cada adolescente.


CONCLUSÃO

As manifestações sexuais de adolescentes com deficiência mental preocupam seus pais e a sociedade, que ora infantilizam essa sexualidade, ora têm o receio de que ela se manifeste de forma socialmente inadequada.

Uma melhor adaptação social interferirá no seu comportamento sexual, que em uma "via demão dupla" favorecerá sua inclusão. Para que isso ocorra, deve ser incentivada a participação em atividades que favoreçam a inclusão social, com destaque para as que promovam a capacitação para o trabalho, o esporte e o lazer. Essas atividades, associadas à freqüência escolar, contribuem para que os adolescentes com deficiência mental adquiram conceitos de responsabilidade e limites, além de melhorar sua auto-estima.

A consulta médica é uma excelente oportunidade de trabalhar essas questões, especialmente as que se referem à sexualidade, desvendando os preconceitos sobre o tema. Nem o Daniel era tão inocente quanto sua mãe imaginava, nem a Gabriela, aparentemente, estava interessada em um parceiro real para conseguir exercer sua sexualidade.

Os pais precisam saber que seus filhos com deficiência provavelmente manifestarão sua sexualidade, seja através da masturbação, do namoro ou até mesmo, em alguns casos, na concretização da relação sexual. Acreditamos que isso contribuirá para que os adolescentes com deficiência não sejam tão reprimidos na expressão de sua sexualidade, podendo vivenciá-la de modo mais satisfatório.


REFERÊNCIAS

1. Arilha M, Calazans GJ. Sexualidade na adolescência: o que há de novo? In: Comissão Nacional de População e Desenvolvimento (CNPD), organizadora. Jovens acontecendo nas trilhas das políticas públicas. Brasília;1998.687-708.

2. Blacher J. Transition to adulthood: mental retardation, families and culture. Am J Mental Ret. 2001;106:173-88.

3. Glat R, Freitas RC. Sexualidade e deficiência mental: pesquisando, refletindo e debatendo sobre o tema. Rio de Janeiro: 7 Letras;2002.

4. Gomes OMB. Eu me perdi! O significado da virgindade para adolescentes. Rio de Janeiro: 1996. Tese de doutorado, Instituto Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz.

5. Gonzalo O. Maltrato en niños com discapacidades: caracterísiticas y fatores de riesgo. Anal Esp Pediat. 2000;56(3):219-23.

6. Heilborn ML, Brandão ER. Ciências sociais e sexualidade. In: Heilborn MH. (org.). Sexualidade: o olhar das ciências sociais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 1999;7-17.

7. Konstantareas M, Lunsky YJ. Sociosexual knowledge, experience, attitudes, and interest of individuals with autistic disorder and developmental delay. J Aut Develop Dis. 1997;27:397-413.

8. Mckinkay I, Ferguson A, Jolly C. Ability and dependency in adolescents with severe learning disabilities. Develop Med Child Neurol. 1996;38:48-58.

9. Melo NA, Rodrigues Júnior OM. Sexualidade e o adolescente deficiente mental. Reprod. 1989;4:19-21.

10. Parker RG. Corpos, prazeres e paixões: a cultura sexual no Brasil contemporâneo. São Paulo: Editora Best Seller. 1991.

11. Strickler HI. Interaction beetween family violence and mental retardation. Mental Retard. 2001;39:461-71.

12. Tharinger D, Horton CB, Millea S. Sexual abuse and exploitation of children and adults with mental retardation. Child Abuse Negl. 1990;14(3):301-12.

13. Waldman BH, Swerdloff M, Perlman PS. Sexuality and youngster with mental retardation. J Dent Child. 1999;348-51. 

domingo, 24 de agosto de 2014

Atendimento Popular.



O CLAPSIS agora tem atendimento popular.

Nosso objetivo é atender a população mais necessitada e com menos recursos financeiros das Regiões de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Duque de Caxias e outras.

A Dra. Lilian Santos Aldeia, responsável profissional na área de psicologia, sexologia e educação infantil, abriu este espaço exclusivamente para pessoas que precisam de tratamento nestas áreas.
Casos de Luto, Depressão, Bulliyng, Déficit de Atenção e Hiperatividade (criança ou adulto "meio desligado", não consegue acabar suas tarefas e bastante agitado), Inadequação Escolar, Dificuldade de Aprendizagem, Gestantes de Primeira Viagem, Falta de Desejo Sexual, Impotência Sexual, Ejaculação Precoce, Frigidez, Vaginismo, Planejamento Familiar, Stress, Fobias e muitos outros.

Atendimento a Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos e Gestantes.

Atendimento às Terças, Quartas e Quintas de 9:00 às 16:00/ Sextas de 14:00 às 18:00

Valor por consulta: R$50,00

Atendimento com Hora Marcada.

Contatos:
(21) 98867-6669
clapsis2014@gmail.com

Visite nossa página no Facebook: Clapsis - Clinica Associada de Psicologia e Sexologia

terça-feira, 20 de maio de 2014

NOVO ENDEREÇO!!!

Boa Noite, caros Leitores e Amigos!

É com um grande prazer que anuncio meu novo endereço sendo assim meu novo estabelecimento particular de trabalho. Sim! Uma sala minha onde estarei atendendo, apresentando meus workshops, grupos de estudo e supervisões.

Agora o meu blog junto com uma comunidade no facebook tem um nome:

CLAPSIS - Clínica Associada de Psicologia e Sexologia

Estarei deixando aqui e lá na comunidade tb algumas apresentações, dicas e anúncios de meus eventos, fiquem atentos!

O Clapsis fica na Rua da Conceição, 137 sala 1104 - Centro - Niterói.
Próximo ao Niterói Shopping e da Estácio de Sá (prédio novo).

Aguardo vcs!
Obrigada pela atenção,
Bjs.

Lilian Aldeia.

domingo, 16 de março de 2014

Fobia Social



O que é ?
A fobia social é um transtorno de ansiedade específico de determinadas situações. Um certo grau de ansiedade é normal e até adequado para nos prepararmos bem, por exemplo para uma reunião de trabalho ou uma apresentação no colégio. Contudo quando a ansiedade passa a impedir o desempenho, pois atrapalhar simplesmente é aceitável, ela deixa de ser adequada. A fobia social portanto é a ansiedade incapacitante despertada sempre que o indivíduo encontra-se numa determinada situação em que seja o alvo dos olhares das pessoas em redor.

Como é?
O início da fobia social não costuma ser percebido pelo paciente. Paulatinamente o fato de ser observado ou de achar que está sendo observado torna-se extremamente desconfortável para atividades restritas como escrever, falar, comer, beber em locais públicos. A pessoa que sofre de fobia social reconhece que é exagerada sua ansiedade mas não consegue controlá-la. Os familiares e amigos sempre aconselham tratamentos sem saber que se trata de um real transtorno incapacitante de ansiedade e por isso mesmo sem aceitar completamente este problema. A fobia social não melhora sozinha e como alguns pacientes descobrem que o álcool controla os sintomas, passam a abusar das bebidas, não por terem inclinação à bebida, mas para se "auto-medicarem", uma vez que enquanto durar o efeito do álcool a ansiedade é tolerada.

Quem são ?
A maior parte dos pacientes com fobia social são homens, de cada 3 casos 2 são do sexo masculino. Geralmente o início da idade adulta coincide com o início da fobia social, podendo contudo começar durante a adolescência ou até na infância. Não houve tempo suficiente para se pesquisar a duração da fobia social, pois este transtorno é conhecido há pouco anos. Acredita-se que sua evolução seja crônica, podendo durar toda a vida do indivíduo sem tratamento.

Como se trata ?
O tratamento da fobia social é simples e costuma ser eficaz. Os pacientes podem não ficar completamente recuperados, mas melhoram o suficiente para exercer suas atividades sociais e profissionais. As medicações mais usadas são o clonazepam e a tranilcipromina. A forma de psicoterapia que mais apresenta resultados é a de orientação cognitivo-comportamental.


domingo, 1 de dezembro de 2013

1 de Dezembro de 2013 - mais um ano sem nada de novo para contar!


"O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll"
(Cazuza - Ideologia)
1 de Dezembro de 2013 - Dia mundial de Combate a AIDS.
As pessoas estão se conscientizando??Não. Não existe uma conscientização quando se tem propagandas alertando sobre o uso de preservativo passando SOMENTE no carnaval (alias, tenho que patentear as coisas que falo e escrevo, nesse artigo embaixo a médica falou exatamente o que sempre falei),Não existe e não vai existir um trabalho focado e uma boa injeção de informações sobre o assunto. Muitas escolas ainda proíbem a educação sexual em seu quadro de matérias, as famílias estão cada vez mais sem tempo de ensinar, a mídia tem cada vez menos espaço para coisas importantes...Eu pergunto: Onde as pessoas terão consciência e informações para estarem aprendendo a se cuidar e prevenir sobre um mal? Propaganda custa caro, impressão de livros, panfletos explicativos custa caro, anunciar que camisinhas são distribuídas em postos de saúde e hospitais públicos (coisa que a maioria não sabe disso) deve ser preguiçoso falar sobre, passar informação para as pessoas aprenderem a viver mais não é interesse do governo, na verdade, não é interesse de ninguém!!!
É mais saudável saber que semana que vem terá show das poderosas do que pegar um livro para ler, pesquisar, cuidar do corpo e da vida. 
O Virus cresce pq é alimentado e fortificado pela ignorância.

http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-12-01/numero-de-mortes-por-aids-diminui-mas-o-de-infectados-por-hiv-aumenta.html

terça-feira, 12 de novembro de 2013

PROMOÇÃO ATÉ O FIM DO ANO!!!!




PROMOÇÃO PARA QUEM QUER ESTAR BEM PARA O ANO QUE VEM!!

Atendimento psicoterápico para Crianças, adolescentes Adultos, Idosos e Casais.

A Primeira consulta sai ao valor de R$150,00

E as próximas sessões ao invés de vc pagar R$100,00 cada, você só irá pagar R$85,00

AO TOTAL DE R$ 340,00 NO FINAL DO MÊS!!

HORÁRIOS DISPONÍVEIS SOMENTE NAS SEXTAS-FEIRAS:
13H, 15H, 16H, 18H E 21H

CONTATOS PARA MARCAÇÃO: (21) 98867-6669
                                                          LILIAN.PSYS@GMAIL.COM

AVISAR SOBRE A PROMOÇÃO VISTA NO BLOG!!!

BJS,
LILIAN ALDEIA.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

FELIZ DIA DO PSICÓLOGO!!

Sou Gestaltista.
Sou Psicanalista.
Sou Humanista.
Sou Analítico.
Sou Cognitivo Comportamental.
Sou Analista Transacional.
Sou Corporal.
Sou Existencial.
Sou Musicoterapeuta.
Sou Arteterapeuta.
Sou Abordagem Centrada na Pessoa.
Sou PNL.
Sou Psicodrama.
Não importa sua linha, seu seguimento...Importa sua capacidade, seu empenho, sua importância, seu acalento, sua atenção, seu "quebra-cuca", "dar nó", aconselhamento, definição, promoção de saúde e bem estar, a auto estima que vc traz de volta, o auxílio, a solução, o sorriso, as lágrimas...Durante 5 anos somos iguais. Após isso, cada um com seu cada qual aumentando o conhecimento e se aperfeiçoando naquilo que o encantou, eterno estudantes de um profissão que é um fascínio. Somos todos iguais...Somos todos Psicólogos!
Feliz dia do Psicólogos a todos os meus amigos e mestres!!!!
Bjs
Lilian Aldeia

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Puberdade



A puberdade é um período que ocorre mudanças biológicas e fisiológicas, é neste período que o corpo torna-se maduro e os “adolescentes” ficam capacitados para gerar filhos. Ela não deve ser confundida como sinônimo da adolescência, visto que a puberdade faz parte da adolescência.
Nesta fase, são observadas mudanças tais como: crescimento de pêlos pubianos, crescimento dos testículos e aparecimento das mamas.
O início da fase da puberdade é variável de pessoa para pessoa, frequentemente para o sexo feminino é entre os nove e treze anos de idade e para o sexo masculino entre 10 e 14 anos de idade. Este processo pode ser observado nos diferentes setores dos organismos, alguns mais evidentes do que em outros, como o aumento do peso e da altura e à maturação sexual.
No período da puberdade, o hormônio hipotálamo ordena ao outro hormônio, a hipófise, o aumento de gonadotropinas que são liberados durante o sono, que ao se desencadearem, realizam a produção dos hormônios sexuais.
Os hormônios sexuais se diferem para os homens e as mulheres, mas não são totalmente exclusivos de cada sexo, nos homens, os testículos secretam entre outros hormônios, a testosterona e nas mulheres, o ovário fabrica o estrógeno.
As gônadas e as supra-renais de ambos os sexos produzem o estrógeno e testosterona, mas é variável a quantidade. As características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos.
Puberdade atrasada
Em algumas meninas a partir dos 13 anos de idade e em meninos a partir dos 14 anos de idade, ocorrem à ausência de qualquer característica sexual, neste caso é considerado a puberdade atrasada, neste caso alguns especialistas aconselham a procura de um profissional adequado para acompanhar os casos de puberdade.
Puberdade precoce
É quando as características pertencentes às meninas ocorrem antes dos 8 anos de idade e nos meninos antes dos nove anos.
Período de Puberdade Masculina
A puberdade nos meninos começa por volta dos 11 ou 12 anos e é caracterizado por um período de intensas mudanças, como o crescimento dos pêlos e pênis e o aumento de tamanho dos testículos.
Nesta fase ocorre a primeira ejaculação, sendo que esta pode ocorrer durante o sono ou até mesmo resultante da masturbação, acontecem também a ereção espontânea, sem que o pênis seja estimulado ou mesmo tocado.
As principais características das mudanças são:
- surgimento de pêlos nos púbis, nas axilas e no peito;
- aumento dos testículos e do pênis;
- crescimento da barba;
- voz grossa;
- ombros mais largos;
- aumento da massa muscular;
- início da produção de espermatozóides;
- aumento do peso e da estatura.
Período de Puberdade Feminina
A puberdade nas meninas começa por volta dos 9 ou 10 anos e é caracterizado pela primeira menstruação e o desenvolvimento dos órgãos genitais e da mamas.
A primeira menstruação ocorre por volta dos 12 anos, ou antes, pois dependem de fatores genéticos, raciais, nutricionais e outros.
As principais características são:
- alargamento dos ossos da bacia;
- início do ciclo menstrual;
- surgimento de pêlos nos púbis e nas axilas;
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas;
- desenvolvimento das mamas.
A puberdade também mexe com o emocional dos adolescentes e também em seu comportamento, principalmente em seu desejo sexual.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Bissexualidade




Já se ouviu falar muito em aquela pessoa que gosta tanto de se relacionar com homens, como com mulheres e que “recebem” o nome de gillete. Gillete? Ora a gillete não corta para os dois lados? Então? É mais ou menos assim que é vista a pessoa bissexual. Mas isso é uma conotação do senso comum. A realidade da bissexualidade é bem mais ampla e complexa.
A bissexualidade tem como característica, um homem sentir-se atraído afetiva-sexualmante por mulheres, mas também para com os homens, sendo que o mesmo pode acontecer com as mulheres, ou seja, podem sentir atração por homens e por mulheres, e isso não significa um a relação ao mesmo tempo, ou seja, estar com os dois sexos. Ah! E não é por ai, como deve estar pensando, e sim com cada sentimento ao seu tempo, em seu lugar, digamos que no coração de um bissexual, tem lugar para amar todos.
Para os heterossexuais, a bissexualidade, é “coisa de gente sem vergonha”, e para os homossexuais, é “coisa de homossexuais mal resolvidos”.Nem preciso salientar aqui, que o preconceito diante da bissexualidade fica extremamente escancarado, e rodeado por todos os lados.
Esse assunto merece todo nosso respeito, pois é uma parte da sexualidade que traz uma idéia de mistério e ate mesmo de fascínio, digamos que pode ser considerado intrigante.
Mas vejamos:
Ninguém nasce com idéia formada sobre sua vocação sexual. A bissexulaidade não pode ser vista como uma escolha, ate porquê ninguém nasce sabendo o que vai ser, o que quer ser, e isso nos já estamos cansados de saber, mas tentar entender se torna mais difícil, pois a mente das pessoas carrega muito preconceito, e isso impede a compreensão dos mistérios da sexualidade humana.
Biologicamente, se nasce homem ou mulher, seres fisicamente perfeitos e definidos aos olhos da sociedade. Mas o comportamento, ira tomar sua forma, diante de todas as influencias possíveis, dentro do contexto a que esta inserida, ou seja, diante do ciclo bio-psico-social.
Na chegada da adolescência, onde as descobertas com o próprio corpo começam a surgir, as vontades, os desejos, as curiosidades sobre o sexo estão exalando hormônios, é que tudo se torna mais complicado, porque, esse já é um período conturbado para os adolescentes, ainda mais sobre as duvidas sobre a sua própria sexualidade, que esta no auge de sua formação.
O que pensar, por exemplo, quando um rapaz tem lá suas vontades de estar com meninas, mas de repente seu pensamento é invadido por uma sensação estranha de querer estar também com um outro rapaz, seu colega da escola. Nossa? O que estaria acontecendo? Ele é um maluco? Esses e outros questionamentos irão permear a mente desse individuo por um bom e longo tempo, pois esta em conflito com suas escolhas sexuais.
Digamos que esse rapaz já tenha experimentado o sexo com seu oposto, ou seja, com mulheres, mas fica sentindo que algo ainda lhe falta. Inicia-se então, uma busca incessante pela “pessoa certa”, pois a idéia que tem sobre o que ta se passando com ele, seria de “encontrar essa pessoa certa”.
Porem seu desejo pelo mesmo sexo, continua ali presente, mas ele reprime e acaba sublimando tudo isso. É um processo lento e talvez doloroso, pois já não é alguém tão igual aos rapazes da sua idade, e a sociedade, como sempre, recrimina os diferentes, e o medo de ser diferente impede a tomada de decisões, por isso o bissexual pode ficar vários anos “em cima do muro”.
Mas, essa pessoa, percebendo em si a falta que faz ter a outra parte que lhe completa, que seria aqui uma pessoa do mesmo sexo, ele então, já se identifica como um ser bissexual e ira ter que encarar os sentimentos que tem e tentar viver da melhor forma possível com isso. Se essa pessoa se deixar sofrer muito pelo preconceito, o que, depende do seu modo de ser, ele vai acabar sofrendo duplamente, pois se deixar um ou o outro sexo de lado, ira se sentir um eterno incompleto.

sábado, 7 de abril de 2012

Matéria do Site sobre a Palestra que Participei em Macaé













http://www.macae.rj.gov.br/noticias.php?page=leitura&idNoticia=26115

http://www.macabunews.com.br/ver_not.php?id=57642&ed=Geral&cat=Not%EDcias


Geral - 05/04/2012 - 11:09 
Dia Mundial da Saúde é marcado por Encontro de Educação Afetivo-Sexual 

A mobilização pelo Dia Mundial da Saúde, que é comemorado no sábado (7), foi antecipada para quarta-feira (4), com a realização do Encontro Municipal de Educação Afetivo-Sexual. A programação, desenvolvida pela Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria de Educação, envolveu profissionais da pasta, dirigentes, professores e parceiros da secretaria com estudos dirigidos voltados para reflexão e conscientização do tema “Orientação Sexual”. O evento aconteceu no auditório da Cidade Universitária e contou com palestras.
- A Educação tem como principio básico formar cidadãos conscientes. Por isso, é nosso papel oferecer aos profissionais da rede municipal meios para que possam ser multiplicadores de conhecimentos acerca deste tema, já que a informação pode prevenir muitos problemas. O objetivo é sensibilizar a todos sobre a importância deste assunto, afirmou a vice-prefeita e secretária de Educação, Marilena Garcia.
Durante o evento, a psicóloga, sexóloga e educadora Lilian Santos Aldeia ministrou a palestra “Papel da Família, da Escola e da Mídia na Educação Sexual”. Na oportunidade, foram abordadas situações apontadas por ela como cada vez mais comuns nas escolas de todo país, como gravidez na adolescência e vida sexual precoce:
- Cada vez mais esses assuntos devem ser abordados e refletidos por pais, professores e profissionais da Educação. O apoio da família é essencial para que situações como estas contem com a base da família. Sabemos que muitos pais não conseguem dialogar e nem apoiar os filhos em questões que envolvam gravidez e vida sexual. Portanto, o papel dos professores é essencial para integrar e reforçar este elo entre pais e filhos, explicou a psicóloga. Ela lembrou que estes fatores são muito comuns e considerados geradores da problemática social que atinge a maior parte das famílias.
Além da palestra, o evento também contou com a abertura do projeto “Quebrando tabus”, que visa realizar palestras, oficinas e estudos dirigidos voltados para os temas transversais como “Diversidade” e “Orientação Sexual”. A previsão é que o projeto inicie no segundo semestre com estudantes do 4º ao 9º anos das unidades municipais de ensino.
Para a subsecretária de Saúde, Cultura, Esporte e Meio Ambiente, Cláudia Márcia Alves, a programação pontuou questões primordiais que devem ser trabalhadas e repensadas pelos que atuam na Educação: “No ano passado, o Dia Mundial da Saúde foi marcado pela abordagem quanto ao “Bullyng”. Já este ano, a equipe pedagógica escolheu os assuntos “Orientação Sexual” e “Gravidez na Adolescência” como temáticas que devem ser alvos de ações e reflexões de professores, diretores e, sobretudo, pais e responsáveis pelos estudantes”, ressaltou.
Durante o encontro, foram apresentados aos participantes os conteúdos dos kit´s “Saúde e Prevenção nas Escolas”, material didático produzido pela Secretaria de Vigilância e Saúde e os ministérios da Saúde e Educação. Os kit´s contam com seis fascículos que abrangem orientações e sugestões de atividades que podem ser trabalhadas e multiplicadas pelos professores durante o processo ensino-aprendizagem.
Fazem parte do material temáticas como “Sexualidades e Saúde Reprodutiva”, “Gêneros - diferença entre os sexos masculino e feminino”, “Metodologias - Saúde e Prevenção”, “Diversidades Sexuais - Saúde e Prevenção nas Escolas”, “Prevenção das DST: HIV e Aids” e “Álcool” e outras. A previsão é que o material seja distribuído nas escolas municipais a partir da segunda quinzena de abril.
Satisfeita, a orientadora pedagógica do Colégio Municipal Wolfango Ferreira, Karina Nogueira, afirma que o “Encontro de Educação Afetivo Sexual” foi essencial não apenas para ela, mas para os alunos da unidade em que atua: “Reflexões e estudos que envolvem a sexualidade são mais que relevantes, pois o contexto educacional que faz parte da nossa realidade nos faz encarar questões como estas diariamente”, diz Karina.
A orientadora Maria de Francisca Barbosa confirma que os kits serão primordiais: “A abordagem do encontro é importante para se trabalhar em palestras e encontros com os pais dos alunos”, pontuou.
Os participantes ainda assistiram apresentação cultural do grupo “Portadores da Alegria”, formado por portadores de necessidades especiais. De acordo com a Coordenação de Saúde Escolar, ações e formações continuadas que enfocam temas como saúde e sexualidade nas escolas serão cada vez mais constantes nas unidades municipais de ensino.

segunda-feira, 19 de março de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Adulto e Criança em Terapia - Um desabafo.



É o que chamamos de Terapia de Família.



Queria entender o barato de certos psicólogos de não atender adulto e criança da mesma família. Uma coisa é vc não ter horário próximo ou não ter conhecimento para atender criança. Agora, não querer por que não tem saco ou para não ter trabalho de limpar chão, arrumar brinquedoteca e estudar desenho. Po, é um absurdo!!!!!Atender criança é um desafio, acho que todo psicólogo deveria passar dentro da profissão. Através do ensino e do desenvolvimento vc, psicólogo saberá lidar com as coisas de maneira mais rápida e lógica dentro do consultório. Eu, pelo menos atendendo crianças e acabo sendo mais afiada em meus trabalhos com adultos. As crianças não querem um diagnóstico rápido, mas os adultos sim, querem e principalmente respostas, afinal, precisam disto pra que haja uma quietude no espírito.......até a próxima sessão.
Ah, sim!!!E atendendo a criança e o adulto da mesma família é mais interessante, pois dentro do contexto, o psicólogo consegue compreender mais rápido as questões importantes do mal estar sócio-afetivo.

Desculpem, mas tem horas que falar sério requer um pouco de grosseria!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Síndrome do Pânico



O que é ?

A reação de pânico é uma reação normal a circunstâncias específicas de ameaças graves e repentinas que ponham a integridade ou a vida em risco, exigindo da pessoa uma rápida reação física e mental para enfrentar a situação que subitamente se apresentou. O transtorno do pânico existe quando essas funções consideradas normais são disparadas sem necessidade ou motivo suficiente fazendo com que a pessoa sofra uma ansiedade crônica.

Como é ?

O ataque de pânico é como um ataque epilético: súbito, violento, curto e repetitivo. Por conta dessas semelhanças já se pensou que se tratava de uma forma de epilepsia, contudo estudos já comprovaram que não é. Um ataque de pânico dura tipicamente 10 minutos, podendo o estado residual de ansiedade pós-crise durar horas. Nesses minutos de crise o paciente experimenta interiormente:

• Medo de morrer

• Medo de fazer algo descontroladamente

• Medo de enlouquecer naquele momento

• Sensação de desmaio iminente

• Sensação de estranheza em relação a si próprio, como se estivesse sonhando ou saindo de dentro do próprio corpo e flutuando sobre si mesmo,

e corporalmente:

• Respiração difícil, acelerada e curta, sensação de sufocação

• Tonteiras, zumbidos

• Coração acelerado

• Tremores

• Calafrios ou ondas de calor

• Sudorese abundante

• Enrubescimento ou palidez

• Dor ou desconforto no peito (frequentemente interpretado como ataque cardíaco)

• Náuseas ou dores abdominais

Certamente ninguém por pior que esteja terá todos os sintomas ao mesmo tempo, mas mesmo sendo poucos a intensidade é tal que o paciente sempre se desespera mesmo sabendo qual é o seu problema e que nada decorrerá da crise. Muitos pacientes tornam-se conhecidos em certos hospitais com pronto-socorro por estarem recorrendo a eles com frequência. É importante frisar que o ataque de pânico não provoca nada fisicamente, a pior consequência do pânico é a agorafobia.

Quem são ?

As mulheres são duas a três vezes mais afetadas do que os homens, contudo não há consenso sobre esses valores. O transtorno do pânico costuma iniciar antes dos 30 anos de idade. Eventos estressantes como a perda de uma pessoa querida, o início de um novo trabalho ou a perda do emprego, uma doença grave estão frequentemente associados ao primeiro ataque de pânico.

Como se trata ?

A supressão dos ataques de pânico é obtida através de tranquilizantes benzodiazepínicos ou antidepressivos tricíclicos ou IMAO. O controle farmacológico deste distúrbio não costuma ser difícil, encontrando-se a medicação certa na dose certa as crises são suprimidas. Para se ter tranquilidade no diagnóstico é recomendável descartar outras doenças não psiquiátricas que podem provocar os mesmos sintomas.
Atendimento psicoterápico e em alguns casos, acompanhado por um psiquiatra (já que está tomando medicamentos) é algo importante para o resultado de desfalcar o sintoma.